|
| SOBRE O BLOG |
| As diferentes versões para as principais informações econômicas do dia em um só lugar. A notícia em 360º traz as melhores reportagens, análises e novidades publicadas em centenas de sites de todo o mundo. Um giro completo pelo noticiário de negócios. |
| |
 |
| As perguntas, críticas, sugestões ou elogios serão selecionados e respondidos neste blog. |
| |
|
|
|
 |
Reinventar para sobreviver
Nem mesmo a Coca-Cola consegue sobreviver sem inovar. Em dias em que ser saudável é preocupação crescente, a gigante do setor de bebidas não alcoólicas precisou mudar seu foco para não perder mercado. Seguindo os passos de outras fabricantes de refrigerantes que já acordaram para o problema, a Coca-Cola anunciou uma grande reestruturação. Vai dividir seus negócios nas categorias bebidas com gás, sem gás e desenvolvimento de novos produtos. A mais nova investida da empresa foi dar nova roupagem, desta vez mais arrojada, ao energético Burn, lançado em 2002 mas até hoje distante das atenções dos consumidores. Para alavancar o consumo do produto “recriado”, o grupo intensificou o marketing em baladas e casas noturnas. O despertar veio em boa hora. Estudo do Canadian Institute mostra que o consumo de energéticos no Brasil vai crescer 11% nos próximos cinco anos, aumento superado apenas pelas bebidas que têm algum tipo de nutriente, que devem crescer 13%. Já o mercado de refrigerantes, apesar de continuar em ascensão, cresce a um ritmo menor, 2,3% ao ano.
|
15/03/2007 |
|
|
 |
 |
Meninas iradas vão à Bolsa
Elas não querem só saber de compras e visitas ao salão de beleza. Com a altivez dos homens, mas sem perder a delicadeza que lhes é peculiar, as mulheres invadem o mercado financeiro e sabem, como ninguém, onde e como fazer o dinheirinho virar dinheirão.
Mas e as oscilações do louco mundo das ações? A mulherada não morre de medo? Nadinha de nada: elas querem mesmo é correr riscos. Juntas, foram à luta e conseguiram, com a corretora de valores Geração Futuro, a criação do fundo de ações Meninas Iradas. O nome foi inspirado no livro “Meninas Normais vão ao Shopping: Meninas Iradas vão à Bolsa” , das jornalistas Mara Luquet e Andrea Assef (Editora Letras&Lucros).
No fundo de ações, só serão admitidas cotistas do sexo feminino. Apesar de não ter sido lançado oficialmente, o fundo já tem mais de 150 adeptas e leva as questões socioambientais a sério. Antes de aprovar a entrada de qualquer empresa na carteira de clientes, um comitê poderá palpitar (e até mesmo vetar) sobre a decisão. Parte da taxa de administração do fundo ainda vai para um projeto de educação financeira de mulheres de baixa renda. E você, não pensa em investir em ações?
|
15/03/2007 |
|
|
 |
 |
Qual o futuro da indústria automobilística?
Imagine como seria o mundo se o número de pessoas que têm automóveis dobrasse em uma década? O crescimento astronômico de veículos, uma realidade na Ásia, resultou no fortalecimento das empresas de financiamento do consumidor. Essa indústria, além de permanecer atenta, precisa acompanhar a evolução das tendências inerentes às mudanças do mercado.
Em artigo da strategy+business, Bill Jackson e Vikas Sehgal, vice-presidente e consultor da Booz Allen Hamilton, respectivamente, listam algumas das tendências que vão mudar o futuro da indústria automobilística.
Mobilidade social - em mercados emergentes, especialmente se a construção de estradas e a indústria de combustíveis continuarem expandindo, a mobilidade individual e as oportunidades de trabalho serão incrementadas. Isso vai ocasionar maior democratização e industrialização da China e da Índia. Impacto ambiental - ainda não está claro se os políticos de países emergentes levarão em conta o impacto ambiental causado pelo crescimento da indústria automobilística. A expansão do mercado de carros de baixo custo - o carro mais vendido na Índia é o Maruti Alto, que pode ser adquirido por menos de 210.000 rupees (cerca de US$ 4.500). Um típico carro produzido na Índia ou na China apresentam pouco conforto. São construídos com carroceria plástica, motor rudimentar, bom sistema de freios e uma suspensão robusta para guiar em estradas não pavimentadas. Mas não possuem airbags, por exemplo. Novas pressões na indústria automobilística - como as fabricantes se desenvolvem em mercados emergentes para servir milhões de novos proprietários de veículos, elas poderiam seguir o atalho que empresas japonesas e coreanas abriram para levar seus produtos a mercados estabilizados. Os modelos básicos de veículos de economias emergentes poderiam ser adaptados para outras nações, oferecendo combustível eficiente e baixos custos. A história recente sugere que muitos fabricantes ocidentais não responderão com eficiência às mudanças do mercado. Se todas as correntes de tendências da indústria automotiva acelerarem, muitas companhias verão seus valores despencarem, não somente na indústria de automóveis, mas em todos os setores. Nações em todo o mundo vão sofrer com as conseqüências, como o crescimento da poluição e a grande competição global por combustível. E o automóvel como produto será transformado. As fabricantes que começarem a se preparar agora para a nova onda de competidores terão grandes chances de prosperar no futuro da industria automobilística.
Para ler o artigo na íntegra, visite o site da strategy+business.
|
15/03/2007 |
|
|
 |
 |
|
Já dá pra comemorar? O FMI divulgou antecipadamente algumas perspectivas para a economia mundial nesta quarta-feira, em Paris. E há boas notícias para o Brasil. A despeito da desaceleração do crescimento da economia mundial — de 5,3% para 4,9% —, o Fundo Monetário Internacional projeta uma expansão no país superior à do ano passado. Finalmente! A economia brasileira deve crescer 3,6% neste ano, segundo os cálculos do Fundo. Em 2006, o aumento foi de 2,9%. Os dados do FMI, noticiados pela agência de notícias Reuters, confirmam o relatório da OCDE, divulgado na terça-feira. Pelo documento, os PIBs do G-7, formado pelos sete países mais industrializaods do mundo, crescerão 0,5% no primeiro trimestre, metade do que expandiram no mesmo período do ano passado. |
14/03/2007 |
|
|
 |
 |
Aquecendo as idéias
Depois do relatório sobre aquecimento global, divulgado pela ONU em janeiro deste ano, a questão ambiental entrou de vez nos negócios. O jornal americano The New York Times noticiou nesta quarta-feira que industriais, ambientalistas e especialistas em energia se uniram para estudar uma forma de eliminar num prazo de dez anos as lâmpadas incandescentes. No Brasil, todo mundo lembra da campanha pela substituição das incandescentes pelas fluorescentes da época do apagão, em 2001. Afinal, as lâmpadas de luz mais branca são três vezes mais eficientes que as tradicionais, de luz amarelada, que surgiram na era do telégrafo e da locomotiva a vapor. Também nesta quarta-feira, outra notícia mostrou a preocupação pública e privada sobre o aquecimento global e suas conseqüências econôimicas. Em Londres, foi concluído um encontro entre o FMI e bancos de desenvolvimento multilateral. Em documento, o Fundo Monetário Internacional e os bancos afirmam: “Apenas no contexto de uma genuína parceira público-privada podemos criar as condições para investimentos que atenderão as demandas mundiais por energia de uma forma ambientalmente sustentável”.
Saiba o que a General Eletric está fazendo para unir questões sócio-ambientais ao seu negócio. Clique aqui e leia reportagem de Cynthia Rosenburg.
E você? O que pensa da relação entre o aquecimento global e as empresas? Deixe sua opinião no mural de Época NEGÓCIOS.
|
14/03/2007 |
|
|
 |
 |
Que resfriado, que nada
Quem tinha arquivado aquela máxima “quando os Estados Unidos espirram, o mundo pega uma gripe” precisou rever seus conceitos. A crise nos preços dos imóveis na maior economia do mundo gerou ontem, hoje (e amanhã também?) uma crise na confiança dos investidores. (Clique aqui e veja os gráficos do francês Le Monde que mostram a trajetória de algumas bolsas até ontem.) Nessa quarta-feira, as bolsas em todo o mundo mantiveram-se em forte oscilação. Ora com sinal positivo, ora negativo, mostrando a insegurança dos mortais com a exigüidade de seu rico dinheiro. Afinal quem não ficaria inseguro? Para entender a crise, leia reportagem do site de Economia do portal G1.
|
14/03/2007 |
|
|
 |
 |
Mais uma vez, o polêmico YouTube
A Viacom, companhia de mídia americana e dona da MTV, abriu processo contra o Google pela divulgação de conteúdo protegido no site de vídeos YouTube, como divulgou o jornal americano The New York Times. O gigante de mídia alega que o YouTube, comprado pelo Google no ano passado, exibe conteúdo sem autorização e quer ser indenizada em US$ 1 bilhão. Segundo o processo, há 160 mil arquivos da Viacom no site, que teriam sido vistos mais de 1,5 bilhão de vezes. Em nota, a Viacom diz que a decisão de processar o YouTube foi tomada depois de “muita negociação improdutiva”, conta o espanhol El Mundo. Não é a primeira vez que o polêmico YouTube tem problemas com direitos autorais. Como os próprios internautas colocam conteúdo no site, a página não tem controle sobre os vídeos disponíveis em seus arquivos. Para evitar maiores conflitos, o site fez parceria com diversas empresas de mídia, como Warner Music, Sony BMG e Universal Music.
TAM e GOL na liderança
As empresas TAM e Gol estão dominando o mercado da aviação. Juntas, fecharam o último mês com 87,59% dos passageiros transportados por companhias aéreas no país, segundo o portal de notícias G1. A TAM chegou a 61,01% de market share nos vôos internacionais em fevereiro. No mesmo período do ano passado, a empresa detinha 21,70% do mercado, pouco mais de um terço da atual fatia. Já a Gol, segunda colocada do ranking, aparece com 18,94% de participação, contra 4,07% no mesmo mês de 2006. A Nova Varig ocupa a terceira posição, com 11,82% dos passageiros transportados. Em último, está a BRA, com 7,89%, diz a Folha Online. Enquanto o market share das companhias de aviação decolam, os vôos internacionais mal conseguem sair do chão. Se comparados ao mesmo período do ano passado, tiveram queda de 38,5% no número de passageiros transportados. Os assentos oferecidos caíram 30,1%.
|
13/03/2007 |
|
|
 |
 |
Amigos? Negócios à parte Por mais amigo que tenta ser o discurso de Evo Morales, presidente da Bolívia, o enrosco entre os bolivianos e a Petrobras continua forte. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, a companhia brasileira pagou o governo boliviano sob protestos. “A cobrança foi considerada "arbitrária", diz a reportagem. Quem sai perdendo, na prática, é o acionista da empresa brasileira. Ontem, as ações preferencial e ordinária tiveram queda superior a 1%. |
13/03/2007 |
|
|
 |
 |
Qual o saldo da visita de Bush? Manifestações à la Chávez à parte, quais foram os resultados práticos da visita de George W.Bush à América Latina? Depende muito da interpretação do interlocutor. No Brasil, o presidente Lula afirmou que o acordo na área de álcool, assinado com o governo americano na sexta-feira (9/3), provocará uma mudança na matriz energética mundial. Otimismo? Talvez. Por ora, o Brasil continua sendo um dos raros países com déficit comercial com os Estados Unidos, notícia que não sugere nenhum motivo de orgulho ou otimismo. Enquanto isso, nos outros países, a visita de Bush provoca o recrudescimento da disparidade entre ricos e pobres. Na Guatemala, enquanto o presidente pregava o comércio livre, crianças de várias idades trabalhavam arduamente, no corte de cana e em outros serviços igualmente penosos para adultos. |
12/03/2007 |
|
|
 |
 |
Boas notícias da China Dois dias depois de uma das melhores notícias da China — a criação de uma agência que destinará parte dos US$ 1,07 trilhão em outras empreitadas além do financiamento da dívida americana, surge mais uma boa notícia. O país bateu um novo recorde do superávit comercial. Segundo reportagem de The New York Times o tamanho do saldo de US$ 23,76 bilhões surpreendeu os economistas pois as exportações tendem a decair no inverno, em razão do crescimento das encomendas para o Natal. O valor gigantesco do superávit foi considerado acima do esperado inclusive por Bo Xilai, ministro do Comércio da China. Segundo o inglês Financial Times, o ministério do Comércio recebeu a incumbência de reduzi-lo. “Mas não é muito sábio esperar que esses esforços trarão efeitos tangíveis no curto prazo”, disse ao Financial Times, Bo Xilai. |
12/03/2007 |
|
|
 |
 |
Sampa à frente de Hong Kong e Miami
A cidade de São Paulo ficará ainda mais rica. Um estudo divulgado pela PriceWaterhouseCoopers apontou que a capital paulista será a 13ª mais endinheirada do mundo em 2020, subindo seis posições em comparação ao ranking de 2005. Atrás, ficarão notáveis como Miami, Hong Kong, Dallas e São Francisco. Pelo estudo, o Rio de Janeiro perderá uma posição, deixando de ser a 30ª mais rica do planeta. As duas primeiras posições permanecerão inalteradas: Tóquio (PIB estimado de US$ 1,2 trilhão) e Nova York (PIB de US$ 1,1 trilhão). Só lembrando: o PIB de um país inteirinho com mais de 5.500 cidades como o Brasil fica pouco acima desses valores. Quando crescerá mais? Talvez lá por 2010, segundo projeção do IBGE divulgada hoje. |
07/03/2007 |
|
|
 |
 |
Quando a demissão do CEO valoriza as ações
A vida dos CEOs de grandes empresas abertas realmente está cada vez mais difícil. A simples notícia da possibilidade de o presidente do Carrefour, Luc Vandervelde, sair da empresa elevou as ações da empresa em mais de 3%. Ainda sobre o grupo de supermercados, o jornal francês La Tribune noticia hoje que o grupo Arnault e o fundo Colony Capital passam a controlar 9,8% das ações do Carrefour. No Brasil, o gigante francês está presente em 13 estados e no Distrito Federal. |
07/03/2007 |
|
|
 |
 |
Mais fé do que São Tomé Como pode uma coisa dessas? As bolsas de valores no mundo todo levaram o maior tombo dos últimos anos na semana passada – e continuaram tropicando no início da semana – e, mesmo assim, os investidores mantiveram a fé. Acreditaram no fabuloso mundo das ações. Uma pesquisa do americano The Wall Street Journal, divulgada somente para os assinantes nesta quarta-feira (7/3), mostra que os investidores se mantêm confiantes na rentabilidade do mercado de ações. No Brasil, parte das perdas no mercado acionário – mais de 10% – foi recuperada ontem, com a alta de 4,9%. Além desse resultado, a manutenção da queda nos juros brasileiros – que deve ocorrer hoje, pelo Copom – estimula o investidor a fugir da renda fixa por todo o ano.
Falando em bolsas de valores, qual a sua opção de investimento para esse ano? |
07/03/2007 |
|
|
 |
|