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| SOBRE O BLOG |
| As diferentes versões para as principais informações econômicas do dia em um só lugar. A notícia em 360º traz as melhores reportagens, análises e novidades publicadas em centenas de sites de todo o mundo. Um giro completo pelo noticiário de negócios. |
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| As perguntas, críticas, sugestões ou elogios serão selecionados e respondidos neste blog. |
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Lula defende etanol no Chile
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira, durante viagem ao Chile, que a ampliação do uso de biocombustíveis não ameaça a produção de alimentos na região, como sugeriu na semana passada o venezuelano Hugo Chávez. O presidente deixou Santiago na noite de quinta, rumo à Argentina. Segundo o site da BBC Brasil, o tema tomou praticamente metade do discurso que o presidente fez no escritório regional da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Santiago, onde participou do lançamento da iniciativa América Latina e Caribe Sem Fome. Durante a visita, Lula recebeu de José Graziano, atual representante da FAO para a região e seu ex-ministro da Segurança Alimentar, um estudo sobre o impacto dos cultivos voltados para a produção de energia sobre o abastecimento na região.
Na quinta-feira, Brasil e Chile fecharam um acordo para a pesquisa e produção de biocombustíveis, segundo o portal G1. O objetivo é que os dois países pesquisem juntos novas formas de obtenção de etanol e biodiesel e que empresas brasileiras e chilenas formem parceiras no setor. Além da questão dos biocombustíveis, as duas nações também se comprometeram a trabalhar juntas na reconstrução do Haiti e no combate à fome na América Latina.
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27/04/2007 |
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Consórcio de bancos pressiona ABN
Três bancos liderados pelo Royal Bank of Scotland (RBS) preparam nesta sexta-feira o caminho para uma oferta hostil pelo ABN AMRO, aumentando a pressão para que o banco holandês avalie mais do que apenas o acordo de fusão proposto pelo Barclays, segundo a agência Reuters (leia texto em inglês). O consórcio, que também inclui Santander e Fortis, formalmente notificou o ABN sobre sua intenção de fazer uma oferta pública para compra de ações - um dia depois de os acionistas do banco holandês terem apoiado uma medida para dividir a instituição ou vendê-la-, apesar de não ter sido dado acesso incondicional aos dados do banco.
“De acordo com a regulamentação holandesa, esse é efetivamente o anúncio de uma oferta hostil”, disse o analista Jean-Pierre Lambert, do Keefe, Bruyette & Woods. “Isso indica que o consórcio está falando sério. Eles podem fazer uma oferta baseada na informação pública financeira disponível”, afirmou. No início da semana, o consórcio fez uma oferta de 72 bilhões de euros (98 bilhões de dólares) pelo ABN, sobrepondo o acordo feito pelo Barclays, como mostrou reportagem do site do The Guardian.
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27/04/2007 |
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Crescimento dos EUA é o menor em 4 anos
A maior economia do planeta cresceu apenas 1,3% no primeiro trimestre deste ano, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento do Comércio dos EUA. De acordo com o site do The New York Times (veja texto em inglês), esse é o menor crescimento do país desde o início de 2003, quando começou a guerra no Iraque. A primeira prévia do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano do primeiro trimestre mostrou um crescimento abaixo da média das previsões dos 25 economistas ouvidos pela agência internacional Dow Jones, que era de 1,8%. No quarto trimestre do ano passado, a economia dos EUA havia crescido 2,5%.
Exportações fracas e a contínua desaceleração dos gastos com construção de moradias ajudaram a reduzir o ritmo de crescimento da economia dos Estados Unidos no primeiro trimestre, segundo a agência Reuters. As transações internacionais e os estoques das empresas também tiveram peso desfavorável no resultado. No primeiro trimestre, os investimentos em imóveis despencaram 17%, contribuindo para manter o tímido crescimento da economia norte-americana. A retração nos investimentos em imóveis retirou 0,97 ponto porcentual do PIB. Os gastos com consumo, de maior peso no PIB (70%), cresceram 3,8% no primeiro trimestre, após aceleração de 4,2% no quarto trimestre, implicando contribuição menor no crescimento econômico.
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27/04/2007 |
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STJ aprova indenização bilionária à Varig
A Varig deu um passo à frente para receber uma indenização bilionária do governo federal. Nesta quarta-feira (26/4), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou um recurso da União e do Ministério Público Federal contra um pedido de indenização da companhia aérea, como mostra reportagem do G1. A antiga Varig entrou na Justiça para cobrar cerca de R$ 3 bilhões, em valores de 15 anos atrás, relativos ao congelamento de tarifas imposto pelo ex-presidente José Sarney na década de 80. A bolada bilionária beneficia apenas a Varig antiga e os ativos e passivos que ficaram sob seu controle como, por exemplo o fundo de pensão Aerus. A chamada Varig nova, comprada pela Gol por R$ 320 milhões no fim de março, não será beneficiada com a provável indenização. |
26/04/2007 |
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Vivo e Oi podem mudar de donos
A empresa espanhola Telefónica confirmou nesta quinta-feira que está em negociações com a Portugal Telecom (PT) para decidir o futuro da operadora de telefonia celular brasileira Vivo, segundo o portal de notícias G1. Na terça-feira, o jornal espanhol El Confidencial afirmou que a Telefónica e a Portugal Telecom tinham chegado a um acordo para desfazer sua parceria na Vivo. A empresa espanhola ficaria com 100% da operadora de telefonia celular brasileira. Mas o anúncio desse acordo, segundo o jornal, depende da possibilidade de a Portugal Telecom substituir sua participação de 50% na Vivo por outro investimento no setor de telefonia celular brasileiro. O alvo principal seria a operadora brasileira Oi, que nega a existência de negociações com a PT.
Enquanto isso, como mostra a agência Reuters, a Portugal Telecom continua a considerar sua posição na Vivo como estratégica, disse o presidente-executivo do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Espírito Santo Salgado. O BES é o segundo maior acionista do grupo português de telecomunicações. Em conferência de apresentação dos resultados do BES no primeiro trimestre, o executivo afirmou que as negociações com a parceira Telefônica não pararam.
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26/04/2007 |
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Apple cresce 88% no trimestre
Depois do lançamento do iPhone em janeiro, a Apple anuncia recorde de lucros no trimestre. O intervalo de janeiro-março do ano fiscal 2007 da Apple foi marcado por um lucro líquido de US$ 770 milhões – 88% a mais dos milhões registrados no mesmo período do exercício antecedente, segundo o site do The New York Times (texto em inglês). A receita nos três meses chegou a US$ 5,26 bilhões, superior aos US$ 4,36 bilhões de um ano antes. O crescimento foi impulsionado pela venda de 10,5 milhões de iPods no trimestre, além de 1,5 milhão de Macintosh no trimestre, informa o diário El País (texto em espanhol). “Estamos animados com o lançamento do iPhone no fim de junho e trabalhando em outros produtos”, declarou o presidente da Apple, Steve Jobs, em referência ao aparelho que mistura telefone celular, tocador de MP3, e acesso à internet.
Veja matéria sobre o lançamento do iPhone na primeira edição de Época NEGÓCIOS.
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26/04/2007 |
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Barclays aponta “contraste” na compra do ABN
O presidente-executivo do Barclays, John Varley, defendeu a compra do holandês ABN Amro como uma proposta que preserva o valor de um dos maiores bancos da Europa, em contraste com uma oferta rival que dividiria a instituição em várias partes, segundo a agência Reuters. “O que o Barclays oferece e o que oferece o consórcio estão em contraste evidente”, afirmou Varley na assembléia geral de acionistas. “De um lado, temos a decisão dos conselhos do Barclays e do ABN de erguer, com a fusão, um dos melhores bancos do mundo. Do outro, a desconstrução, Deus sabe em quantos pedaços, de um dos maiores bancos da Europa.”
Na segunda-feira, o Barclays anunciou o acordo para compra do ABN com ações, criando o quinto maior banco do mundo. Na quarta-feira, uma contraproposta de instituições financeiras lideradas pelo Royal Bank of Scotland (RBS) ofereceu 13% a mais pelo holandês, como mostrou o site do The Guardian (leia texto em inglês).
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26/04/2007 |
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Inovação na happy hour
Inovação é essencial para a perenidade de uma empresa. Disso, ninguém discorda. Mas como aprovar uma boa idéia pela área financeira? Como driblar os riscos econômicos de uma idéia revolucionária? Em busca de inspiração para responder a essas e outras questões, ocorre nesta quinta-feira (26/4), em São Paulo, o Happy Hour da Inovação. O encontro, realizado mensalmente pela Hartz, discutirá cenários de competitividade muito distintos, como o da aeronáutica, típico dos empreendimentos de grande porte, e o de serviços em pequenas empresas, como consultorias.
Jorge Ramos de Oliveira Jr, diretor de Desenvolvimento Tecnológico da Embraer, falará sobre a importância dos quase sempre altos investimentos de longo prazo na construção da capacidade tecnológica do setor. Os investimentos da companhia brasileira parecem estar dando certo. A Embraer é a terceira colocada no ranking da aviação comercial e líder mundial na produção de jatos de até 120 assentos.
A inovação em empresas menores, que estão no foco da palestra de José Renato Carollo, sócio da Carollo Consulting e consultor de instituições financeiras na Europa, pode até ser menos complexa do que em grandes empresas. Mas, em regra, segundo ele, “o que vale para as grandes empresas também serve para as pequenas, numa escala proporcionalmente maior, pois quanto menor a companhia mais dificuldades tem de garantir a sua receita”.
Carollo virá de Amsterdã, onde está abrindo um escritório da sua empresa, para participar do Happy hour. Ele vai falar sobre os processos que devem preceder uma empreitada de inovação. “No caso do inovador, o risco é o de que ele tenha desenvolvido algo novo, mas com dificuldades de comercializar o bem ou serviço por questões de entendimento do comprador, ‘timing’ do mercado, questões de escala de produção ou uma funcionalidade não originalmente planejada, mas que é justamente aquela em que a inovação fará a diferença”, diz. “Enfim, o problema financeiro é sempre onde se manifestam vários outros riscos, não necessariamente originados no mercado financeiro.”
Para ter mais informações sobre o Happy Hour da Inovação, www.comunidadedainovacao.com.br |
25/04/2007 |
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Presidente da Siemens deixa o cargo
O presidente do grupo industrial alemão Siemens, Klaus Kleinfeld, renunciou hoje ao prolongamento de seu contrato à frente da companhia e se manterá no cargo somente até 30 de setembro, segundo o site do Financial Times (texto em inglês). De acordo com a Siemens, Kleinfeld informou sua decisão hoje ao conselho de vigilância, devido à forte disputa gerada por sua permanência à frente da presidência da empresa. O anúncio foi dado durante a divulgação dos resultados do segundo quarto do conglomerado, que bateram as expectativas do mercado. Como mostra o espanhol El Mundo (leia texto em espanhol), a saída do presidente foi motivada por escândalos de subornos que assolam o grupo há meses. “Em tempos como este, a companhia necessita de clareza sobre sua liderança. Por isso, decidi não estar à disposição para o prolongamento do meu contrato”, disse Kleinfeld.
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25/04/2007 |
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Banco Central terá novo diretor
O Diário Oficial da União (DOU) publicou nesta quarta-feira a nomeação do economista Mário Torós para a diretoria do Banco Central (BC), segundo o portal G1. O substituto de Rodrigo Azevedo passou, na terça-feira, por sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A assessoria de imprensa do Banco Central informou que Torós irá assumir a Diretoria de Estudos Especiais em uma espécie de transição para o cargo de diretor de Política Monetária, ocupado ainda por Azevedo. A transição deve durar até sexta-feira. Enquanto isso, funcionários BC fazem hoje uma paralisação de 24 horas. O objetivo dos servidores é pressionar o governo a negociar a recomposição salarial da categoria. De acordo com o Sindicato dos Funcionários do BC, cerca de 80% dos servidores aderiram ao movimento. A defasagem salarial da categoria está entre 28% e 45%, como mostra o portal Clica Brasília.
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25/04/2007 |
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RBS oferece US$ 98 bi pelo ABN Amro Um consórcio de instituições financeiras liderado pelo Royal Bank of Scotland (RBS) apresentou nesta quarta-feira uma oferta de compra, em dinheiro e ações, sobre o banco holandês ABN Amro, informa o jornal The New York Times (em inglês). A proposta é de 72,2 bilhões de euros (98 bilhões de dólares), superior em 13% à que o britânico Barclays anunciou na segunda-feira, no valor de 67 bilhões de euros, diz o site do jornal The Guardian (leia texto em inglês). A oferta do consórcio, formado pelo RBS, o espanhol Santander Central Hispano (SCH) e o belga Fortis, foi feita com base em 70% de pagamento em dinheiro e o restante em ações do RBS. O consórcio se reunirá com a diretoria do ABN Amro para apresentar a proposta. No entanto, já anunciou que deseja a suspensão da venda do banco americano LaSalle ao Bank of America, que o ABN Amro anunciou no momento em que aceitou a fusão com o Barclays.
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25/04/2007 |
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TIVIT e Telefutura se unem para competir com indianos Reportagem: Rafael Barifouse Foto: Márcia Alves/Filomena Sayão
Foi anunciada nesta manhã a união da TIVIT, companhia especializada em outsourcing de tecnologia da informação e de processos de negócios, com a Telefutura, empresa de contact center e soluções de relacionamentos. O objetivo do negócio é criar a única empresa brasileira capaz de oferecer uma solução de serviços completa para clientes, ganhar mercado local e criar um portifólio capaz de concorrer com empresas indianas no mercado internacional. A nova companhia manterá a marca TIVIT e terá como sócios a Votorantin Novos Negócios (VNN), que era o único acionista da TIVIT, o Pátria - Banco de Negócios e os fundadores da Telefutura. “Não estamos inventando a roda, estamos seguindo uma tendência mundial do mercado de oferecer uma gama de produtos integrados para agregar mais valor ao serviço ofertado”, disse Paulo Henrique de Oliveira Santos, presidente da VNN. Juntas, as duas empresas faturaram R$ 500 milhões em 2006. Para este ano, a previsão de faturamento é de R$ 700 milhões, o que representará um crescimento de 35%. Para atingir a meta, a nova TIVIT investirá R$ 100 milhões e comprará outras empresas do setor até o fim do ano. “Nossa ambição é chegar à liderança mundial e o mercado de capitais pode ser um dos instrumentos para conseguir o dinheiro necessário para estes investimentos e aquisições”, afirmou Luiz Mattar, presidente da nova TIVIT.
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24/04/2007 |
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Vivo não comenta possível acordo entre Telefónica e PT
A Vivo afirmou no final desta manhã, por meio da assessoria de imprensa, que não irá se pronunciar sobre notícia divulgada hoje, no jornal espanhol El Confidencial, a respeito de mudança em seu bloco de controle, informa a Agência Estado. De acordo com o El Confidencial, a Telefónica e a Portugal Telecom (PT) teriam chegado a um acordo para desfazer sua parceria na Vivo, segundo o qual a espanhola ficará com 100% da operadora de telefonia celular brasileira, hoje compartilhada pelas duas empresas. O anúncio do negócio, diz o jornal, depende da possibilidade de a Portugal Telecom poder substituir sua participação de 50% na Vivo por outro investimento no setor de telefonia celular brasileiro. Esse acordo não significa necessariamente que a Telefónica venderá os 10% de capital que detém na Portugal Telecom, embora essa ação deverá ser concretizada posteriormente.
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24/04/2007 |
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Toyota vira líder mundial em vendas Como já era previsto, a montadora japonesa Toyota assumiu o posto de maior empresa automobilística do mundo, segundo o The New York Times (leia texto em inglês). A companhia anunciou nesta terça-feira que vendeu 2,348 milhões de veículos em todo o planeta no primeiro trimestre de 2007, superando assim a norte-americana General Motors, que registrou vendas de 2,260 milhões. A Toyota também superou a GM em produção no primeiro trimestre, já que 2,367 milhões de veículos saíram de suas fábricas, contra 2,335 milhões da concorrente americana. O segredo da japonesa? Uma cultura ancorada na busca incessante pela inovação, como mostra reportagem de Época Negócios.
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24/04/2007 |
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Google é a marca mais valiosa do mundo
O Google se tornou em 2006 a marca mais cara do mundo, superando lideranças como Coca-Cola, General Electric e Microsoft. A marca vale US$ 66,3 bilhões, segundo o ranking BrandZ, publicado pela empresa de consultoria Millward Brown. (Veja o ranking em inglês)
O site de busca mais usado no mundo aumentou em 77% o valor de sua marca em relação a 2005, o que permitiu à empresa superar a GE (com um valor estimado em US$ 61,8 bilhões), a Microsoft (US$ 54,9 bilhões), a Coca-Cola (US$ 44,1 bilhões), a China Mobile, a Marlboro e a maior rede de supermercados do mundo, a Wal-Mart. É o que mostra a reportagem do portal de notícias G1. |
23/04/2007 |
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Carrefour comprará Atacadão por R$2,2 bilhões
O Carrefour, o segundo maior grupo varejista do mundo, comprará a rede brasileira Atacadão por 825 milhões de euros (R$2,2 bilhões), o que deve garantir a liderança no segmento de varejo no Brasil à rede francesa, que ficará na frente do grupo Pão de Açúcar, informa o site do jornal O Globo. Durante teleconferência com analistas nesta segunda-feira, o presidente-executivo do Carrefour, Jose Luis Duran, afirmou que espera que as sinergias geradas a partir da aquisição sejam significativas, graças à base de custos baixos do Atacadão. A rede brasileira possui 34 hipermercados e teve vendas de 1,5 bilhão de euros em 2006. A empresa tem lojas em sete Estados do país e no Distrito Federal, segundo a agência Reuters.
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23/04/2007 |
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Americanos preferem chefes homens a mulheres
Os americanos preferem chefes homens a chefes mulheres, revela estudo da Gallup Organizartion sobre Educação e Trabalho nos Estados Unidos. No entanto, quase metade dos entrevistados afirma que o gênero de seu chefe não tem importância na aceitação de um novo emprego. A pesquisa, que ouviu 1007 pessoas entre 7 e 10 de agosto de 2006, mostra que 37% dos americanos afirmam que, se aceitassem um novo emprego, gostariam que seu novo chefe fosse um homem e não uma mulher. Outros 19% dizem o contrário. Já os 43% restantes ressaltam que o gênero não faria diferença na escolha. No decorrer dos anos, o resultado desta pesquisa sofreu algumas flutuações, mas o índice de pessoas que preferem chefes mulheres nunca ultrapassou 22%.
O levantamento aponta ainda que os homens e mulheres americanos têm perfis distintos quanto ao chefe desejado. As mulheres têm uma maior preferência por um gênero específico, enquanto os homens são mais propensos a responder que o gênero do seu superior na empresa não tem importância. A maioria dos homens (56%) afirma não ter preferência por chefes homens ou mulheres, enquanto 34% preferem trabalhar com chefes do sexo masculino e 10% preferem chefes do sexo feminino. Entre as mulheres, 40% afirmaram preferir um novo chefe homem, 26% uma nova chefe mulher, e 32% afirmam que o gênero não faz diferença. Veja o gráfico.
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23/04/2007 |
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Barclays paga US$ 91 bi pelo ABN
Depois de muita especulação, é o banco britânico Barclays quem leva o ABN Amro Real, na maior aquisição de banco da história (a transação movimentou 67 bilhões de euros, ou 91 bilhões de dólares). Como mostra o jornal The New York Times (leia texto em inglês), o acordo foi anunciado nesta segunda-feira, depois de várias semanas de negociações e disputas. A operação deve criar o quinto maior banco do mundo, com 47 milhões de clientes, operações em vários países do mundo e sede em Amsterdã, na Holanda. Ainda não há informações sobre o futuro do Banco Real no Brasil, controlado pelo ABN Amro. Na semana passada, falou-se sobre a possibilidade de venda das operações do ABN no país para outra instituição.
O ABN venderá o banco norte-americano LaSalle para o Bank of America, por 21 bilhões de dólares em dinheiro, e o acordo com o Barclays será condicionado à venda do LaSalle, informaram as instituições financeiras. Com esse operação, os bancos distribuirão cerca de 12 bilhões de euros aos acionistas por meio de recompra de ações. Os dois bancos disseram que a fusão vai gerar “sinergias”, devido ao corte de custos, incluindo 23.600 demissões, cerca de 10% da força de trabalho das duas instituições. Metade dos cortes de empregos acontecerão no exterior, segundo a agência Reuters.
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23/04/2007 |
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Turismo investirá R$ 6 bi no Nordeste
Até 2010, grupos estrangeiros – principalmente espanhóis e portugueses – vão investir cerca de R$ 6 bilhões em turismo no nordeste do Brasil, segundo reportagem do portal G1. Os principais atrativos são, sem dúvida, as praias paradisíacas da região. Mas o crescimento do Nordeste e a estabilidade econômica brasileira foram as causas para que investidores procurassem as terras nordestinas para criar seus grandes empreendimentos. Não é de hoje que os resorts mudaram a economia local. A cada R$ 16 mil investidos em hotéis, cria-se um emprego.
Pesquisa da consultoria Target Marketing mostra ainda que, desde 2002, o consumo dos nordestinos cresceu 143,5%. A região virou a menina-dos-olhos do mercado de consumo brasileiro. De cimento a perfumes, as famílias do Nordeste devem gastar só neste ano US$ 117,6 bilhões, pouco mais que o Produto Interno Bruto (PIB) do Chile em 2006. São quase US$ 70 bilhões a mais em relação ao dinheiro que girou há cinco anos na região. A notícia é também do G1.
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23/04/2007 |
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Brasil vive oportunidade histórica Reportagem: Aline Ribeiro
A (eterna) briga macroeconômica no Brasil — que vai de taxas de juros, aperto fiscal à política cambial — pautou o dia de debates do 6º Fórum de Líderes, na Ilha de Comandatuba (BA). De um lado, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central (BC), que mantém os juros reais do país no maior patamar do mundo, sorria. A cada crítica da mesa-redonda com empresários e autoridades, Meirelles sorria convicto de que só há “elogios à política econômica”. “Não encontrei nenhum empresário falando que a empresa dele está pior do que no ano passado. Neste momento, o que todos querem é melhorar, o que é um debate positivo. Não estamos discutindo mais crise, mas como crescer mais”, afirma. O presidente do BC disse ainda que o momento econômico pelo qual o Brasil passa é uma “oportunidade histórica que o país tem para se integrar mais à economia mundial, para modernizar o mercado e a legislação”.
As lentes róseas pelas quais Meirelles parece enxergar o mundo, entretanto, não são compartilhadas por todos participantes ou debatedores do fórum. Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), disse que o país peca pelas altas cargas tributárias, hoje em 44% do Produto Interno Bruto (PIB), e defendeu o fim da CPMF. Skaf voltou a falar sobre a perda de competitividade que o câmbio provoca à competitividade do Brasil no exterior. “Em vez de discutir a renovação da CPMF, o governo deveria discutir as alternativas para usar melhor o dinheiro público. A legislação cambial precisa ser revista. O câmbio valorizado privilegia alguns setores, como as commodities, mas atrapalha outros. A discussão dessas questões não pode mais ser postergada.” Ele voltou a insistir que o governo deveria ter como meta resolver as questões que emperram o crescimento do país, como as reformas estruturais (tributária, previdenciária, política, trabalhista).
Para o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), só tem uma pessoa que não concorda com o discurso duro de Paulo Skaf. “Todos concordam sobre a necessidade de crescimento menos o presidente do Banco Central.”
Promovido pelo Lide, grupo de lideranças empresariais, o encontro na Ilha de Comandatuba reúne até domingo (22/4) cerca de 700 participantes — entre empresários e autoridades. |
20/04/2007 |
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Grupo argentino é novo dono do McDonald's na América Latina A rede de fast food McDonalds anunciou nesta sexta-feira (20/4) a venda de toda sua operação na América Latina para o grupo argentino Woods Staton, um parceiro de longa data da rede. A empresa americana possui 1.600 restaurantes na América Latina, sendo 544 no Brasil. Segundo reportagem do G1, o McDonalds espera receber cerca de US$ 700 milhões com o negócio, que envolve um acordo de licenciamento de 20 anos. A transação deve ser concluída em poucos meses. O argentino Woods Staton é sócio da rede McDonald's na Argentina e supervisor das operações no Uruguai, Chile e Paraguai. Herdeiro de uma família abastada, Staton já aparecia como um dos líderes na corrida pelos ativos do McDonald's na América Latina. Segundo informações que circulam no mercado, o Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, também estaria envolvido no negócio, mas o comunicado do McDonald's não cita a empresa como parte da operação.
Para conhecer mais sobre o McDonalds no Brasil, clique aqui.
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20/04/2007 |
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Sob pressão, todo mundo abre a mão Reportagem de Aline Ribeiro Foto: Celina Germer/Divulgação
No segundo dia do 6º Fórum Empresarial, em Comandatuba (BA), os mais de 700 participantes do evento - entre eles, 320 presidentes de empresas, o equivalente a 40% do PIB nacional – deram uma pausa nas atividades de lazer para levar um “puxão de orelha”. A presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, alertou os executivos sobre a importância do incentivo à educação e disse que falta participação do setor privado. Em um discurso comovente, apresentou ao público a história de duas crianças que, antes sem nenhuma perspectiva de vida, aprenderam a ler, escrever e sonhar com o futuro com ajuda dos programas do instituto. “Eles querem ser vocês [empresários] amanhã e têm potencial para isso. O problema é que falta combustível. Cabe a nós decidirmos se daremos ou não essa chance a eles”, disse, com lágrimas nos olhos. A platéia, igualmente emocionada, a aplaudiu de pé. A bronca é que, das 420 empresas que integram o Lide — Grupo de Líderes Empresariais, que organiza o o evento na Bahia —, apenas 70 participam do programa Empresários pelo Desenvolvimento Humano – braço social do Lide que contribui com o Instituto Ayrton Senna. A fala de Viviane, que colocou os executivos numa verdadeira saia justa, deu resultado. Em apenas 16 minutos, foram arrecadados R$ 3,9 milhões – cifra recorde dos eventos do Lide. A maior contribuição foi do empresário Jorge Gerdau Johannpeter, presidente da siderúrgica brasileira Gerdau, que doou R$ 600 mil. Apesar de ter pedido sigilo, o anonimato foi quebrado por um erro de comunicação, e o nome de Gerdau foi divulgado. |
20/04/2007 |
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HSBC de olho no ABN Amro
Quem agora se candidata a comprar o ABN Amro Real, o maior banco no Brasil controlado por estrangeiros, é o HSBC. A notícia está no jornal britânico The Times (clique aqui e leia a reportagem em inglês). O maior banco britânico não buscou nenhum dos bancos mais envolvidos na oferta do ABN.
Na quarta-feira passada (18/4) , o Santander foi quem despontou com um sério candidato a comprar o ABN Amro Real. Segundo reportagem publicado no G1, o Santander, em parceria com o Royal Bank of Scotland e o Fortis, procuraram o ABN na semana passada, solicitando acesso à sua contabilidade, enquanto as negociações exclusivas entre a instituição e um outro grupo interessado em adquiri-la, o britânico Barclays, chegam ao final do prazo.
O BBVA, da Espanha, o Bank of America, dos Estados Unidos, e o BNP Paribas, da França, se apresentaram na quinta-feira (19/4) como outros potenciais compradores do ABN.
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20/04/2007 |
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Outsourcing na Europa Oriental
Países da Europa Oriental começam a despontar como centros de outsourcing, a tendência mundial de empresas de um país prestarem serviço para outros países. Como mostra reportagem do jornal americano The New York Times, países como a República Checa, Polônia, Hungria e Eslováquia clamam para oferecer seus serviços e atender às necessidades de multinacionais leia o texto em inglês). A Europa Ocidental já prefere empresas dos países vizinhos em vez de contratar os serviços da Índia, como fazem os Estados Unidos quando a necessidade é call center. Apesar da preferência americana pelos indianos, companhias como IBM, Dell e Morgan Stanley, entre outras, já contrataram alguns serviços em países do antigo bloco comunista. Para analista, o crescimento do outsourcing na Europa Oriental deve ser de 30% em 2010, enquanto o setor deve crescer 25% no mundo. Segundo reportagem do G1, o outsourcing no Brasil ainda é bastante tímido. A Índia domina 70% do negócio mundial de softwares e serviços, sendo seguida por China, Rússia e Malásia. |
19/04/2007 |
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América Latina continua vulnerável
Os últimos anos registraram melhoras em diversos países latino-americanos sob vários aspectos. Estabilidade econômica, menos instabilidade cambial, democracia consolidada, inflação controlada, juros em queda. Apesar de tudo isso, a América Latina continua vulnerável às oscilações nos preços das commodities e mercados financeiros. A constatação consta do relatório LatinAmerica@Risk, produzido pelo Fórum Econômico Mundial.
O relatório trata das incertezas que rondam questões como os choques externos na economia, a mudança no clima mundial, a instabilidade política e a desigualdade social (releia reportagem do G1 sobre pobreza na região). O estudo mostra que o aumento da robustez das economias da América Latina é colocado em risco quando se observa questões ambientais, geopolíticas e socioeconômicas na região.
Para fazer o download do relatório em inglês, clique aqui.
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19/04/2007 |
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 PIB cresce, bolsa descamba
Quem diria. O crescimento de dois dígitos acima do esperado da economia faz a bolsa de valores de um país despencar. De qual nação estamos falando? Claro, a China. Segundo reportagem do G1, as bolsas da Ásia caíram nesta quinta-feira (19/4) em razão do aumento da inflação e da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) chinês. O crescimento foi acima do esperado: 11,1% no primeiro trimestre, como mostra reportagem do serviço noticioso chinês China View (leia o texto em inglês). A inflação ficou em 2,7% nos primeiros três meses. Os dados acima das previsões trouxeram preocupações aos investidores de que o governo chinês possa aumentar as taxas de juros e tomar outras medidas de esfriamento da economia.
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19/04/2007 |
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Brasil é o 10º em abertura de negócios O Brasil é o décimo país no ranking que mede o percentual da população que abre novos negócios, de acordo com pesquisa com cinqüenta países coordenada pela London Business School, da Inglaterra, e pelo Babson College, dos Estados Unidos. A posição brasileira foi conquistada na categoria empreendedores iniciais - na qual o Peru ficou em primeiro lugar, seguido pela Colômbia e pelas Filipinas, conta reportagem do G1. A Bélgica foi a última no ranking, o que demonstra uma população mais conservadora na hora de abrir um negócio. Na categoria empreendedores estabelecidos, que mede as condições de sobrevivência das empresas, o Brasil ficou em quinto lugar, com 12,09% de suas novas empresas conseguindo se consolidar.
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18/04/2007 |
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Nem um, nem outro
O etanol e os biocombustíveis, as vedetes na luta contra o aquecimento global, podem não ser tão eficazes quanto se tem mostrado. Cientistas americanos advertiram na publicação Environmental Science and Technology que o etanol “pode ser pior para a saúde do que gasolina”. Segundo notícia da BBC Brasil, um modelo de computador criado para simular a qualidade do ar em 2020 mostrou que em algumas áreas os níveis de ozônio aumentariam se todos os carros utilizassem etanol. Mortes por problemas respiratórios e ataques de asma aumentariam com esses níveis.
Na outra ponta, a ONG Ecologistas em Ação alertou, durante cúpula de combustíveis em Madri, que florestas tropicais estão sendo derrubadas e queimadas para dar lugar a plantações de soja e palma, destinadas a gerar biodiesel para os tanques europeus. O Brasil, a Indonésia e a Malásia foram citados e os ecologistas pediram providências aos respectivos governos. “No Brasil, uma das áreas mais afetadas é o Estado de Mato Grosso, onde vastas áreas desapareceram para dar espaço para lavouras de soja destinadas à exportação”, disse a ONG, segundo o portal de notícias G1.
Enquanto não se chega a um consenso sobre o melhor combustível do mercado, o serviço estatal de Correios da França contribui com a queda de emissões de maneira mais segura: a empresa acaba de adquirir 500 veículos elétricos, que não liberam gases causadores do efeito estufa. A notícia é do jornal El Mundo (em espanhol).
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18/04/2007 |
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Cúpula termina com divergências
A I Cúpula Energética Sul-Americana terminou nesta terça-feira, em Porlamar, mantendo a divergência entre Brasil, Venezuela e Bolívia em relação a vários temas, segundo o jornal O Globo. Em um dos impasses, porém, o Brasil venceu a queda-de-braço travada com a Venezuela e conseguiu excluir qualquer menção negativa a biocombustíveis, como queria o presidente Hugo Chávez. Além disso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desmentiu, sem esconder a irritação, o ministro da Energia da Bolívia, Carlos Villegas, sobre a adesão do Brasil à “Opep do gás”.
Enquanto a América Latina discute suas relações energéticas, cientistas na Holanda descobriram um fungo no esterco de elefantes que os ajudará a decompor fibras e madeira em biocombustível. A serviço da Royal Nedalco, da Universidade de Tecnologia de Delft e da companhia Bird Engineering, os pesquisadores encontraram um fungo capaz de produzir uma levedura eficiente na fermentação de açúcares de madeira. “Realmente vemos isto como uma ruptura técnica”, disse o gerente de desenvolvimento de negócios, Mark Woldberg, da Royal Nedalco, fabricante holandesa de álcool, durante uma conferência de biocombustíveis. A informação é da agência de notícias Reuters.
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18/04/2007 |
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Cade congela venda da Ipiranga
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) decidiu no final da terça-feira suspender o processo de venda dos ativos do grupo Ipiranga à Petrobras, Ultra e Braskem, depois de receber pedido de medida cautelar das secretarias de Direito Econômico e Acompanhamento Econômico dos ministérios da Justiça e Fazenda. Segundo reportagem do portal de notícias G1, a medida valerá até que o conselho julgue o mérito da aquisição e seu impacto na concorrência. No Brasil, o Cade precisa analisar e aprovar toda fusão e aquisição que envolva empresas com faturamento superior a R$ 400 milhões ou representem mais de 20% de um determinado mercado. A decisão do Cade, que deverá ser homologada na sessão extraordinária de julgamentos desta quarta-feira, terá que ser publicada em fato relevante pelas empresas para que o mercado tenha conhecimento da decisão, informa o portal de notícias G1.
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18/04/2007 |
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Wal-Mart volta a ser a número 1 nos EUA Pela quinta vez em seis anos, o Wal-Mart ocupa o posto de maior empresa dos Estados Unidos, segundo ranking da Fortune. Para ler os dados do Wal-Mart no anuário da revista (em inglês), clique aqui. A rede americana de supermercados desbancou o gigante ExxonMobil, que ocupou o primeiro lugar no ranking do ano passado. Apesar de rebaixado, o grupo do ramo petroleiro obteve um lucro três vezes maior que o Wal-Mart, como mostra reportagem do G1. A lista da Fortune se baseia nos rendimentos, enquanto outras listas observam os lucros ou as capitalizações da bolsa.
Clique aqui e veja a lista completa (em inglês) da revista Fortune.
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17/04/2007 |
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Emergentes impulsionam lucro da indústria de refrigerantes Os países emergentes parecem se consolidar como os mercados que podem salvar o crescimento da indústria de bebidas. O crescimento de 13,5% do lucro da Coca-Cola, maior fabricante de refrigerantes do mundo, no primeiro trimestre, foi impulsionado principalmente por países da América Latina, da Europa Oriental, além da China e África do Sul. Segundo reportagem do G1, a performance fraca em países desenvolvidos não se restringe à Coca-Cola. A rival Pepsi também tem enfrentado a desaceleração das vendas com o aumento da demanda por chás e águas com sabor. A maior importância dos países emergentes não é desse ano, como mostra reportagem do site especializado Beverage daily.com (leia o texto em inglês). É o que também mostra reportagem da revista americana BusinessWeek em 2005 (clique aqui para ler o texto em inglês). Naquele ano, a Coca-Cola já brigava para crescer em mercados mais maduros, como a América do Norte, mas agradecia a sede por refrigerantes do Brasil, terceiro maior mercado para a empresa.
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17/04/2007 |
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Toque feminino no mundo corporativo é valorizado
O mundo corporativo valoriza, cada vez mais, as qualidades femininas no ambiente empresarial. Na avaliação de mulheres que participam do Grupo de Executivas de São Paulo, intuição, harmonia da equipe e quociente emocional são características que vêm sendo incorporadas à gestão das empresas. Apesar de irreversível, o processo ainda mostra-se lento e esbarra em dificuldades, como a equiparação salarial entre homens e mulheres.
Outra tendência apontada pelo Grupo de Executivas é a fidelidade das mulheres a um modelo feminino de gestão. Elas não se rendem à forma de gerir dos homens — normalmente mais competitiva.
O Grupo de Executivas de São Paulo é formado por mais de 200 profissionais de grandes empresas, com DuPont, GM, Herbalife, Oracle e Embratel. As tendências foram apontadas por uma enquete realizada durante um evento do Grupo, em março. Veja outro resultados abaixo:
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17/04/2007 |
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Lula quer saber por que Chávez é contra o álcool
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja nesta segunda-feira para a Venezuela, onde vai participar da 1ª Cúpula Energética da Comunidade Sul-Americana de Nações. Entre os temas, estão o aprofundamento da integração sul-americana do ponto de vista político e também energético. Durante seu programa semanal de rádio “Café com o Presidente” de hoje, Lula disse que espera discutir com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, quais as razões que o levam a criticar a produção de álcool. “Eu não sei qual é a base técnica ou científica das críticas ainda. Eu espero que tenhamos oportunidade de discutir um pouco esse assunto”. Embora tenha sido criticado por líderes como o cubano Fidel Castro e o venezuelano Hugo Chávez, o presidente Lula está certo que pode integrar a América do Sul com a política do biodiesel e do etanol, mostra o portal de notícias G1. “O Brasil tem mostrado uma preocupação com a integração da América do Sul, e o item energia é um dos principais para que haja uma integração efetiva.”
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16/04/2007 |
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BR distribuidora nega possibilidade de demissão em massa
A presidente da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, Maria da Graça Foster, negou a possibilidade de que haja demissão em massa de funcionários da Ipiranga, segundo o portal de notícias do G1. Segundo Maria da Graça, a intenção dos novos controladores é “manter, se possível, a totalidade dos empregados da empresa”. A possibilidade de demissões em massa foi levantada na última sexta-feira pelo Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo (Sitramico) no Rio de Janeiro. Segundo o Sitramico, 29 trabalhadores foram demitidos da Ipiranga no Rio Grande do Sul e outros 13 estariam sendo demitidos em São Paulo. A Ipiranga foi comprada pela Petrobras, Braskem e Grupo Ultra em março, como anunciou o jornal O Globo.
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16/04/2007 |
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EUA tentam transformar plástico em biocombustível
Richard Gross, professor de Química na Universidade Politécnica, no Brooklyn, em Nova York, está quase conseguindo algo bastante inusitado, segundo o portal de notícia G1. Enquanto cientistas de todo o mundo quebram a cabeça para transformar lixo em combustível, ele partiu para uma diferente abordagem: desenvolveu um “plástico combustível”, capaz de fazer essa conversão. Ele pode ser usado como plástico comum, para embalagens e outros propósitos, e, depois de ser descartado como lixo, pode facilmente ser transformado em combustível substituto do diesel. O processo ainda não funciona bem o suficiente para ser comercializado, mas o Pentágono ficou impressionado o suficiente para dar US$ 2,34 milhões para mais pesquisas. Gross está transformando óleos vegetais, do mesmo tipo já usado para fazer o biodiesel, em “bioplástico”.
Na outra ponta, especialistas defendem que o etanol não serve como fonte alternativa de combustível. Produz pouca energia e impõe enormes dificuldades de distribuição, segundo Philip New, presidente da British Petroleum Biofuels, uma empresa recém-criada dentro do grupo britânico de petróleo. Sua companhia começou a desenvolver, em parceria com a DuPont, tecnologia para a produção de butanol, que também pode ser feito do milho e da cana-de-açúcar. O butanol, defende New, produz muito mais energia (quase a mesma quantidade por litro do que a gasolina), e, ao contrário do etanol, pode ser distribuído pelos oleodutos usados para o transporte de gasolina. A informação é do blog Inovação, escrito por Marcelo Coppola para o site de Época NEGÓCIOS.
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16/04/2007 |
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