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EUA cortam benefícios para Brasil

Os Estados Unidos decidiram pôr fim a alguns benefícios comerciais concedidos a Brasil, Índia e outros países em desenvolvimento sob um programa reformado no ano passado pelo Congresso,
segundo reportagem da agência Reuters (leia texto em inglês). A decisão vem uma semana depois do fracasso da reunião de Potsdam, na Alemanha, em que União Européia, Estados Unidos, Brasil e Índia não conseguiram produzir avanços na Rodada de Doha de negociações comerciais globais. Autoridades norte-americanas acusaram os dois países em desenvolvimento de fazer exigências impossíveis de reduções nos subsídios agrícolas dados pelo governo dos EUA aos produtores do país, ao mesmo tempo em que afirmaram que as duas nações se recusaram a abrir mais seus mercados para bens agrícolas e industriais dos Estados Unidos. A decisão anunciada na quinta-feira significa que o Brasil não poderá mais vender freios, peças de freios e outros produtos do setor, além do minério ferrozircônio, para o mercado norte-americano sem pagar as tarifas de importação correspondentes, informou o gabinete da representante de Comércio dos EUA (USTR, na sigla em inglês) em um comunicado.

Reportagem da Reuters Brasil diz que a janela de negociação da Rodada de Doha é pequena, segundo o comissário da União Européia para o Comércio, Peter Mandelson. Ele disse nesta sexta-feira que a janela de oportunidades nas negociações sobre o comércio mundial era muito pequena e instou todos os envolvidos a serem mais flexíveis para tentarem alcançar um acordo.

29/06/2007
iPhone chega às lojas dos EUA

O iPhone, da Apple, chega às lojas nos Estados Unidos nesta sexta-feira em um espetáculo de consumo que gerou frenesi entre os compradores de eletrônicos quanto a um aparelho que desafia as convenções do setor de telefonia móvel,
diz a agência de notícias Reuters Brasil. O produto, que combina celular, browser de Internet e player de mídia, aprofunda a transformação de Apple, de fabricante de computadores cheios de estilo, mas presos a um nicho de mercado a uma potência no setor de bens de consumo eletrônicos, já conhecida por seu player de música e vídeo iPod. (Releia reportagem de Época NEGÓCIOS sobre Steve Jobs, criador do iPhone e líder da Apple - empresa que em três décadas se transformou em uma verdadeira lenda).

29/06/2007


Harry Potter não é negócio de sucesso

Não há dúvidas de o célebre aprendiz de bruxo Harry Potter, personagem da série de romances fantásticos da escritora britânica J. K. Rowling, é unanimidade em todos os cantos do planeta. Mas, apesar de ser estouro de vendas e sucesso de bilheteria, Harry Potter não é tão eficaz enquanto negócio.
Segundo reportagem da última edição da Business Week (leia texto em inglês), os ganhos do estúdio Warner Bros, produtor da série de filmes Harry Potter, estão caindo. Os lucros das editoras com a venda de livros estão indo para o mesmo caminho, graças principalmente aos sites de vendas pela internet como Amazon.com e Wal-Mart, que baixaram em 50% o preço de capa dos livros da série.

Reportagem do site da revista Época conta que o novo filme da série, “Harry Potter e a Ordem da Fênix”, estréia mundialmente (o Brasil faz parte do mundo outra vez!) no dia 11 de julho. Dirigido pelo inglês David Yates, diretor especializado em séries de televisão na Inglaterra, o longa-metragem foi mostrado à imprensa no último domingo.

O portal G1 mostra que o sétimo e último livro da série de aventuras de Harry Potter já bate recordes de vendas graças às encomendas, apesar de que só chegará às livrarias no dia 21 de julho. O número de exemplares de “Harry Potter and the Deathly Hallows” (“Harry Potter e as Relíquias da Morte” na tradução para o português) já reservados para exportação supera em 17% o volume total das vendas no exterior do volume anterior. A Bloomsbury vai lançar uma edição completa em inglês da série no dia 1º de outubro e a edição de bolso do último volume em 2008.

29/06/2007
Brasil é campeão em burocracia

O Brasil é o país onde as empresas mais reclamam dos problemas causados pelo excesso de burocracia, segundo um relatório elaborado pela consultoria Grant Thornton International. O país aparece em primeiro lugar no ranking dos lugares em que as empresas enfrentam mais dificuldades para burocráticas para ampliar os seus negócios. De acordo com a pesquisa, 60% das empresas brasileiras entrevistadas citaram “o peso da burocracia” como um entrave para o seu crescimento. Além do Brasil, o índice de reclamações também atinge mais da metade das empresas entrevistadas na Rússia (59%), a Polônia (55%) e a Grécia (52%). Enquanto isso, Espanha, Cingapura e Suécia são nações que mais facilitam negócios.
A reportagem completa pode ser vista no portal G1.

29/06/2007
Fiat ameaça trocar Palio do Brasil por chinês

O presidente da Fiat do Brasil e América Latina, Cledorvino Belini, estuda importar veículos da linha Palio fabricados na China para serem vendidos no mercado brasileiro e em outros países da região,
segundo reportagem do portal G1. De acordo com Belini, os preços podem ser competitivos, já que o custo de produção no Brasil está alto. A ameaça de Belini tem como principal alvo as siderúrgicas, que em julho devem reajustar os preços do aço em 7%. A matéria-prima representa 20% dos custos de produção. “Estamos realmente preocupados. É um absurdo esse aumento, que chega no momento que temos dificuldade de exportação. É inconcebível e estamos procurando novos caminhos para manter a competitividade.” O mesmo portal informou há algumas semanas que a Fiat, no limite de sua capacidade de produção, está negociando nova fábrica com o governo de Minas Gerais.

29/06/2007


YouTube é maior que soma dos rivais

A audiência do YouTube nos Estados Unidos é maior que a audiência somada de seus principais 64 concorrentes, mostra uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo grupo Hitwise.
Segundo reportagem da Reuters (leia texto em inglês), em maio, a página de vídeos teve 60,2% de participação de mercado, seguido pelo MySpace Videos (16%), Google Video (7,8%), Yahoo Video (2,77%) e MSN Video (2%). A pesquisa diz que a audiência do YouTube cresceu 70% de janeiro a maio deste ano, contra 8% dos outros 64 maiores sites de vídeo disponíveis na web.

Em outubro do ano passado, a página criada pelos jovens Chad Hurley e Steve Chen foi comprada pelo gigante Google por US$ 1,65 bilhão. No último dia 19, os fundadores anunciaram o lançamento de diversas versões regionais do site, incluindo uma página brasileira. Veja reportagem do portal G1 sobre as versões regionais do site.

28/06/2007
BC eleva projeção de crescimento do PIB

O Brasil deve ter crescimento em alta e inflação em baixa,
segundo reportagem da agência Reuters Brasil. Pelo menos é esse o cenário traçado pelo Banco Central (BC) para 2007. Segundo o relatório trimestral de inflação divulgado nesta quinta-feira, a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano passou de 4,1% (número de março) para 4,7%. Com isso, a estimativa da autoridade monetária, normalmente mais conservadora do que a do restante do governo, ultrapassou o que espera o Ministério da Fazenda no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - que é um avanço de 4,5% para a economia neste ano. A estimativa do BC é de que a indústria apresente crescimento de 4,4% neste ano.

A estimativa anterior da autoridade monetária apontava para um crescimento de 4,7% para o setor indústria em 2007. No caso do setor de serviços, a projeção de crescimento do BC neste ano passou de 2,3% para 4,3% e, para a agropecuária, a previsão saltou de 4,8% para 7%. De acordo com o BC, a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2007 foi revisada em razão dos resultados divulgados para o primeiro trimestre, da evolução recente da economia e da mudança metodológica implementada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) - que aumentou o PIB dos últimos anos, informa o portal G1.

28/06/2007
Pirataria chinesa chega à carne brasileira

Não bastasse piratear brinquedos, CDs e softwares, a China surge com mais uma novidade: a exportação de carne brasileira falsificada para os mercados da Europa e Rússia. Em muitos casos, as carnes são chinesas, mas empacotadas como sendo produto brasileiro e até com certificados falsificados escritos em português,
diz o portal G1. O Ministério da Agricultura brasileiro, segundo a reportagem, já teria prometido a vários países que, a partir da semana que vem, vai modificar os certificados usados para as exportações para dificultar a falsificação. Importadores desses países afetados pela carne pirateada já se queixaram ao governo brasileiro de que estão recebendo contêineres com caixas de carnes supostamente brasileiras, mas que, na realidade, são exportadas pela China e nunca saíram do país.

O Ministério da Agricultura teme que o problema afete ainda mais a imagem das exportações brasileiras de carne que, apesar do aumento em volume nos últimos anos, sofre em algumas regiões do mundo para ser reconhecida como de alta qualidade fitossanitária. Para Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína e ex-secretário de Produção do Ministério da Agricultura, o fato de os produtos brasileiros estarem sendo copiados é “prova da qualidade” das exportações nacionais.

28/06/2007
Odebrecht entra no mercado de álcool

O conglomerado brasileiro Odebrecht, líder em construção e petroquímica na América Latina, quer diversificar as áreas de atuação: vai investir R$ 5 bilhões em produção de açúcar e álcool nos próximos oito anos no Brasil, na tentativa de figurar entre as maiores empresas do setor. A companhia, que anunciou nesta quarta-feira a entrada no setor sucroalcooleiro, pretende atingir capacidade de moagem de cana-de-açúcar de 30 a 40 milhões de toneladas por ano em oito anos, o que, hoje, a colocaria próxima da Cosan, líder no Brasil. A Odebrecht vai atuar em todo o ciclo do negócio: desde a produção da cana, processamento, logística e comercialização no mercado local e no exterior,
informa o G1.

Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua firme no lobby dos combustíveis verdes. Ele disse nesta quinta-feira, no lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2007-2008, que o mundo ainda “vai se curvar ao biodiesel”. Caso as ambiciosas previsões do presidente Lula se concretizem, a decisão da Odebrecht de investir em etanol vem em boa hora.

28/06/2007


Alpargatas abre escritório em NY

A Alpargatas, dona das brasileiríssimas Havaianas, inaugura nesta quarta-feira um escritório em Nova York,
informa o portal de notícias G1. A operação começa com um evento no Time Warner Center, que inclui exposição de murais das sandálias, uma retrospectiva com a evolução dos modelos de Havaianas produzidos nos últimos 40 anos e exemplares gigantes da sandália. O escritório da Alpargatas, na Spring Street, no bairro do Soho, será a sede para uma operação importadora e comercial da empresa, com foco inicial na marca Havaianas. A idéia é ampliar as exportações para os Estados Unidos. “A Havaianas é hoje uma das marcas brasileiras mais conhecidas no exterior, presente em 80 países, e a abertura do escritório nos Estados Unidos é um importante passo na expansão internacional da marca”, afirma Carla Schmitzberger, diretora da marca no Brasil. A cada ano, são vendidos 162 milhões de pares da sandália. (Releia reportagem de Época NEGÓCIOS sobre Márcio Utsch, presidente da Alpargatas).

27/06/2007


BNDES deve virar sócio do frigorífico Friboi

A JBS, controladora do Friboi, que se tornou o maior frigorífico de carne bovina do mundo, pode ganhar um sócio de peso,
diz o portal de notícias G1. A BNDESPar, braço de participações em empresas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), negocia uma injeção de cerca de R$ 1,4 bilhão na empresa. O dinheiro seria usado num aumento de capital da JBS, dentro do pacote para financiar a compra da americana Swift, fechada no mês passado. Se a operação for concluída, a BNDESPar poderá ficar com uma participação entre 15% e 19% do capital da JBS. A operação ainda não está fechada, mas as conversas estão bastante adiantadas. Na próxima sexta-feira, uma assembléia geral extraordinária dos acionistas da JBS votará os termos de aquisição da Swift, incluindo uma proposta de aumento de capital da empresa já aprovada no conselho de administração. É provável que o ingresso da BNDESPar como sócia faça parte da pauta da reunião. (Releia reportagem sobre a liderança da Friboi no setor de carnes).

27/06/2007
Queda dos EUA afeta Bovespa

As bolsas de valores norte-americanas fecharam em queda pelo terceiro dia seguido nesta terça-feira por causa da elevação no rendimento de bônus e preocupações com o setor de financiamento imobiliário de alto risco, segundo a agência Reuters (leia texto em inglês). Entretanto, o declínio nos preços de petróleo, que diminuiu os temores sobre a inflação, e aquisições no setor químico e de saúde, que aumentaram o otimismo com o valor das ações, limitaram a queda do mercado. O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, fechou em baixa de 0,11 por cento, para 13.337 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq caiu 0,11 por cento, para 2.574 pontos, enquanto o índice Standard & Poor's 500 teve desvalorização de 0,32 por cento, para 1.492 pontos.

A preocupação com crédito imobiliário dos EUA pesou e fez a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) cair. O principal indicador da bolsa paulista recuou 0,35 por cento, para 53.851 pontos. O volume financeiro ficou em 3,77 bilhões de reais, em linha com a média diária do ano. A informação é da agência Reuters Brasil.

27/06/2007
iPhone cria corrida por oferta de conteúdo

O iPhone ainda nem chegou às lojas – as vendas só começam nesta sexta-feira (29/6) nos EUA. Mesmo assim, a disputa com os concorrentes e entre fornecedores de conteúdo para celulares está acirradíssima. Segundo
reportagem do G1, fabricantes têm corrido para oferecer novos produtos que possam competir com o iPhone e, em Hollywood, os executivos estão se preparando para uma nova era, enquanto colocam conteúdo onde os consumidores o querem: na palma de suas mãos.

Clique aqui para reler reportagem de capa de Época NEGÓCIOS sobre a Apple.

26/06/2007
Bancos vendem Serasa para grupo britânico

O grupo britânico Experian comprou a empresa brasileira de informações de crédito Serasa por R$ 2,32 bilhões,
como mostra reportagem do G1.A empresa vai comprar 65% da Serasa, com a possibilidade de adquirir o restante da empresa nos próximos cinco anos.

A Serasa é controlada por um consórcio de bancos. Os principais acionistas – Itaú, Bradesco e Unibanco – confirmaram a venda de parte das suas ações. Eles continuarão, no entanto, sendo sócios da empresa até a venda total do negócio.

No final de março, a abertura de capital da Serasa havia sido suspensa. Para reler a reportagem, clique aqui.

26/06/2007
Alcoa e Conservação Internacional firmam parceria para a conservação da Amazônia

A Amazônia ganha novos aliados nesta terça-feira. A organização ambientalista
Conservação Internacional (CI-Brasil), a Fundação Alcoa e a Alcoa Alumínio S.A. lançam um programa de apoio à conservação da biodiversidade em uma das áreas mais ricas em espécies da região, entre os rios Tapajós e Madeira, ao Oeste do Pará e Leste do Amazonas. O programa terá duração de cinco anos e vai receber R$ 2 milhões das instituições parceiras. O objetivo é colaborar com a implementação das unidades de conservação nesta região, estratégia que visa proteger a biodiversidade e conter o desmatamento em áreas de grande dinâmica social e econômica, segundo muitos estudos de referência. A parceria, que já tem três anos, começou com trabalhos no Parque Nacional da Amazônia, em Itaituba, no Pará.

Na primeira fase do programa, foram selecionadas quatro unidades de conservação como prioritárias para investimentos: Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, Parque Nacional da Amazônia, Floresta Nacional do Pau Rosa e Floresta Nacional de Amaná. Estas unidades estão praticamente conectadas entre si e formam o núcleo de um novo Corredor de Biodiversidade na Amazônia, com quase 10 milhões de hectares, distribuídos entre o municípios de Juruti (PA), Maués (AM), Santarém (PA), Aveiro (PA) e Itaituba (PA). (Veja aqui a notícia completa sobre a parceria).

25/06/2007
Reuniões da OMC são suspensas

Os responsáveis pelas negociações agrícolas e sobre produtos industriais na Organização Mundial do Comércio (OMC) cancelaram nesta segunda-feira as reuniões previstas para esta semana com seus membros, após as quatro grandes potências negociadoras terem fracassado em chegar a um consenso,
segundo reportagem do JB online. O grupo formado por Estados Unidos, União Européia (UE), Brasil e Índia se reuniu sem sucesso na semana passada em Potsdam (Alemanha) com o objetivo de dar um novo impulso ao processo de negociação da Rodada de Doha que ocorre no âmbito na OMC. Após o fracasso, o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, disse na sexta-feira que é preciso uma “ação urgente” para restaurar a confiança nas negociações da Rodada de Doha, caso se deseje que estas sejam concluídas com sucesso. Em contradição ao colega, o presidente do comitê de negociações agrícolas da OMC, o embaixador neozelandês Crawford Falconer, anunciou nesta segunda-feira o cancelamento da reunião para a qual todos os membros haviam sido convocados e outros encontros previstos para terça-feira com pequenos grupos de países.

Reportagem da Reuters Brasil mostra que analistas e economistas consideram um pacto comercial global modesto melhor do que nada e que a implosão das negociações na Organização Mundial de Comércio pode ter alto custo. Países perderam prazo após prazo nos quase seis anos em busca de um novo acordo para dar um impulso às nações mais pobres no comércio global e reduzir barreiras mundiais no comércio e na agricultura, indústria e serviços.

O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, também teceu comentários sobre o fracasso das negociações na semana passada. Segundo ele, a Rodada de Doha da OMC não está morta e nem agoniza. Quem morreu foi o G-4 (grupo formado por Estados Unidos, União Européia, Brasil e Índia). “Penso que é difícil (obter um acordo), mas não impossível.” Veja reportagem do G1 sobre a declaração.

25/06/2007

Esboço de Angra 3 feito pela Eletronuclear (Divulgação)

Projeto de Angra 3 deve ser aprovado hoje

O projeto de construção da usina nuclear de Angra 3 deve ser aprovado na reunião desta segunda-feira do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão do governo federal que analisa assuntos do setor de energia,
informa o portal G1. No início do mês, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, afirmou que "a expectativa era que o projeto de Angra 3 fosse aprovado." Ele disse também que o país precisaria de até oito usinas nucleares até 2030. Depois de Angra 3, as próxima usinas em análise seriam construídas no Nordeste e em São Paulo. Na última quinta-feira, o mesmo portal de notícias disse que a região do baixo Rio Tietê, próxima à divisa com o estado de Mato Grosso do Sul, pode sediar uma das novas centrais nucleares em estudo pelo governo. A área foi indicada pelo presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro, como uma das três opções para o empreendimento, que deve entrar em operação antes de 2030, segundo o Plano Nacional de Energia (PNE).

25/06/2007
Economistas elevam previsão para o PIB

Analistas e economistas do mercado financeiro brasileiro revisaram para cima suas projeções para a taxa de crescimento da economia do país em 2007 e 2008,
diz o portal G1. De acordo com pesquisa semanal feita pelo Banco Central, os analistas acreditam que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrará uma expansão de 4,3% neste ano e 4,1% em 2008. No levantamento anterior, essas estimativas eram de 4,25% e 4%, respectivamente. Além do crescimento maior, os economistas também prevêem inflação abaixo do centro da meta e queda gradual da taxa de juro. Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o país “vive o seu melhor momento desde que a República foi proclamada”, há 118 anos, lembra o site Último Segundo. Um dia depois, o jornal britânico “Financial Times” publicou um caderno especial sobre o Brasil, que diz que o país é como um “leopardo do crescimento” freado pelo peso do Estado. (Clique aqui e leia reportagem em inglês).

25/06/2007


Brasil vê fim do G-4 mas crê em acordo comercial

A Rodada de Doha da Organização Mundial do Comérico (OMC) não está morta e nem agoniza. Quem morreu foi o G-4 (grupo formado por Estados Unidos, União Européia, Brasil e Índia). É o que pensa o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim. "Não penso que a rodada de Doha esteja morta, e nem sequer que esteja agonizando", disse Amorim, nesta sexta-feira (22/6) em Genebra. "Penso que é difícil (obter um acordo), mas não impossível."
Segundo reportagem do G1, Brasil e Índia decidiram se retirar ontem das negociações com os Estados Unidos e a União Européia sobre acordos para reduzir as barreiras ao comércio internacional. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, responsabilizou os dois países emergentes pelo fracasso. O governo brasileiro já rebateu o argumento, dizendo que Bush não assumiria sua parte da culpa tão perto da eleição para a Presidência dos EUA, marcada para o ano que vem.


No início do mês, Celso Amorim já advertia que os países em desenvolvimento não sacrificariam seus objetivos para chegar a um acordo comercial na OMC. (Clique aqui e releia reportagem do G1 sobre o tema)

22/06/2007


Bush culpa Brasil por fracasso

Um encontro de alto nível visando salvar as negociações globais de comércio fracassou na quinta-feira, quando os Estados Unidos e a União Européia entraram em choque com a Índia e o Brasil em torno dos planos de cortes de subsídios agrícolas e tarifas. Brasil e Índia, que assumiram um papel de liderança para grande parte dos países em desenvolvimento, rejeitaram as propostas americanas e européias, dizendo que não eram adequadas para assegurar a abertura de seus mercados para mais importações de bens e serviços dos países industrializados.
Esta é a versão do The New York Times sobre o fracasso da última reunião do G4 (leia texto em inglês).Os Estados Unidos, por sua vez, argumentaram que o Brasil e a Índia chegaram às negociações, realizadas em Potsdam, nos arredores de Berlim (Alemanha), praticamente sem nenhuma flexibilidade de negociação, diz o americano.

Já a agência Reuters informa (leia texto em inglês) que a Casa Branca declarou na quinta-feira estar desapontada com o fracasso da reunião que tratou da Rodada de Doha de liberalização comercial, na Alemanha, e culpou Brasil e Índia, cujos representantes participaram do encontro, por ficarem no caminho de um acordo que poderia ajudar nações menos desenvolvidas. "O presidente está desapontado com certos países que estão bloqueando uma oportunidade de expandir o comércio global", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Tony Fratto.

O G1 mostra outro ângulo da notícia. Segundo o portal, o governo japonês anunciou nesta sexta-feira intenção de atuar como mediador entre os países-membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) para desbloquear as negociações da Rodada de Doha. "Tenho de admitir que a situação está difícil, mas isso não significa que abandonaremos as negociações", disse o ministro de Comércio japonês, Akira Amari.

22/06/2007
Airbus fecha acordos de US$ 61 bi

A fabricante de aviões Airbus divulgou na sexta-feira que fechou acordos para venda de 425 aviões nesta semana durante a Paris Air Show, num total de 61 bilhões de dólares em negócios,
informa a agência Reuters. Segundo o chefe do departamento comercial da Airbus, John Leahy, o total do acordo, incluindo compromissos preliminares, pode chegar a 728 aviões, o que daria um total de 98 bilhões de dólares ao preço de tabela. A venda foi concluída no mesmo evento em que a brasileira BRA negociou com a Embraer a compra de 40 aeronaves, como lembra o site do jornal O Globo.

22/06/2007
EUA terão de reduzir uso de gasolina

O Senado dos Estados Unidos aprovou na noite de quinta-feira a nova lei de energia do país,
informa o site do The New York Times (leia texto em inglês). Um dos objetivos é aumentar a eficiência dos veículos para que eles possam rodar 10 milhas a mais (16 km) por galão (3,785 litros), o equivalente a cerca de 4 quilômetros a mais por litro de gasolina, nos próximos dez anos. Também haverá estímulos para o uso de combustíveis renováveis, completa o G1. "Este projeto coloca os Estados Unidos no caminho da redução da dependência de petróleo ao aumentar o uso de combustíveis renováveis", disse o líder da maioria democrata, Harry Reid.

22/06/2007


Reunião do G4 fracassa e põe Doha em risco

Brasil e Índia decidiram se retirar das negociações a quatro partes com os Estados Unidos e a UE, organizadas em Potsdam (Alemanha), por considerar "inútil" prosseguir com o diálogo sobre um novo acordo na OMC.
Segundo a agência de notícias Reuters, as negociações entre os países do chamado grupo G4 para tentar um avanço na Rodada de Doha fracassaram, colocando novamente em dúvida o futuro da rodada de liberalização comercial. Sem um acordo, Doha pode ficar congelada por vários anos, disseram autoridades e diplomatas. "Potsdam não foi muito bem-sucedida", afirmou o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, durante uma entrevista coletiva conjunta com o ministro do Comércio da Índia, Kamal Nath, depois que a reunião foi encerrada, antes do previsto. "A reunião do G4 fracassou. Obviamente não houve acordo entre as posições dos países", havia dito uma porta-voz do Ministério do Comércio indiano pouco antes, acrescenta outra reportagem da Reuters.

21/06/2007
Telefónica considera aquisições América Latina

Durante encontros com analistas, a Telefónica tem dado indícios de que pretende realizar novas aquisições na América Latina,
disse nesta quinta-feira o jornal espanhol Cinco Dias (leia texto em espanhol). De acordo com o diário, o diretor-geral da Telefónica para a América Latina, José María Álvarez-Pallete, disse em um encontro com analistas do Banco Santander que a operadora Telemig Celular seria um "complemento perfeito no Brasil para a Vivo", controlada pela espanhola Telefónica e pela Portugal Telecom. Um porta-voz da Telefónica em Madri não quis comentar a informação. A Telemig, que tem 13,5 milhões de clientes de telefonia móvel (segundo dados de abril), é a quarta maior operadora de telefonia celular do Brasil e daria à Telefónica acesso à Minas Gerais, onde a Vivo, que é líder do mercado no Brasil, tem cobertura limitada. A agência Reuters traz a notícia resumida e em português.

21/06/2007
Rio Tietê pode ter usina nuclear

A região do baixo Rio Tietê, próxima à divisa com o estado de Mato Grosso do Sul, pode sediar uma das novas centrais nucleares em estudo pelo governo,
informa o portal de notícias G1. A área foi indicada pelo presidente da Eletronuclear, Othon Pinheiro, como uma das três opções para o empreendimento, que deve entrar em operação antes de 2030, segundo o Plano Nacional de Energia (PNE). As duas outras áreas na disputa são o Rio Grande, na divisa de Minas e São Paulo, e a foz do Rio Doce, no Espírito Santo. Mas o Tietê larga na frente, por estar mais próximo do grande mercado consumidor. A decisão não será tomada no curto prazo, diz Pinheiro.

21/06/2007


Mulher toma rédeas da família

Reportagem do portal G1 revela que a mulher brasileira tomou as rédeas da família. Segundo pesquisa de consumo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), feita a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 26,4% das famílias existentes no Brasil são chefiadas por mulheres. O levantamento, divulgado nesta quarta-feira, mostra que a liderança das mulheres é um fenômeno urbano, uma vez que a proproção de chefes de famílias do sexo feminino em áreas rurais é de 14,5%, ou a metade da quantidade registrada na zona urbana. Além disso, de acordo com a pesquisadora Luana Pinheiro, responsável pelo recorte de gênero da pesquisa, as mulheres-chefes geralmente cuidam de suas famílias sozinhas e reproduzem o que a sociedade espera delas em termos de gastos na hora de administrar o orçamento. O mapeamento mostra ainda que entre os gastos prioritários das cidadãs brasileiras estão saúde e educação.

Acesse o capítulo do estudo que aborda as famílias brasileiras sob o aspecto do gênero.

Ouça o podcast Mulheres Alfa, de Época NEGÓCIOS, que este mês conta como a irreverente estilista Isabela Capeto concilia as atividades que lhe garatem sucesso no mundo da moda, como mãe e mulher.

20/06/2007


BRA compra 40 aviões Embraer

A companhia de aviação BRA anunciou nesta quarta-feira a compra de até 40 aviões fabricados pela Embraer, em um negócio que pode chegar a R$ 1,46 bilhão,
informa o site do jornal O Globo. Os jatos encomendados, modelo 195, são os únicos capazes de realizar vôos diretos (sem escalas) em mais de 50% dos trajetos do país. Com a aquisição, a BRA pretende se tornar a terceira maior empresa aérea do Brasil. O negócio, que já está causando frisson no mercado brasileiro de aviação, inclui a compra de 20 aeronaves por US$ 730 milhões no total, além de outras 20 opções de compra que, se efetivadas, como normalmente ocorre nesse tipo de transação, elevarão o valor do contrato para US$ 1,46 bilhão. Os jatos terão capacidade para 118 passageiros. A entrega está prevista para começar no segundo semestre de 2008 e as aeronaves serão fabricadas na unidade de São José dos Campos.

A Reuters reforça o vigor atual da brasileira. Reportagem da agência de notícias conta que a Embraer acaba de fechar outros acordos, desta vez avaliados em US$ 300 milhões. A empresa anunciou a venda de aviões para a unidade de leasing de aeronaves da General Electric, a Gecas, e a italiana Alpi Eagles. A Gecas converteu três opções de compra que tinha pelo Embraer 190 em pedido firme, em um negócio estimado em 104 milhões de dólares pelos preços de tabela. A fabricante brasileira também divulgou que a Alpi Eagles converteu cinco opções de compra do jato Embraer 195 em encomenda firme, com entregas a partir de abril de 2008.

20/06/2007
Murdoch estuda vender MySpace ao Yahoo!

A companhia de comunicação News Corporation, propriedade do magnata australiano Rupert Murdoch, estuda vender o portal MySpace ao americano Yahoo! em troca de uma participação de 30% no site de busca pela internet,
diz o diário britânico “The Times” (leia texto em inglês). Murdoch está interessado em fechar um acordo com o Yahoo! para ampliar seus negócios na internet e participar do capital de um dos portais mais visitados do mundo. No entanto, o preço a pagar seria se desfazer do MySpace, o popular site de relacionamentos e de troca de vídeos, música e demais conteúdos, adquirido em 2005 pela News Corporation por US$ 580 milhões, explica o El Mundo (leia texto em espanhol). Junto ao MySpace, a News Corporation estuda oferecer também ao Yahoo! o portal de jogos online IGN, comprado em 2005 por US$ 650 milhões.

20/06/2007
Governo freia o Brasil, diz jornal

O jornal britânico “Financial Times” publicou, nesta quarta-feira, um caderno especial sobre o Brasil, que diz que o país é como um “leopardo do crescimento” freado pelo peso do Estado,
diz o portal de notícias G1. Em seis páginas, além de reportagens sobre a situação política e econômica, o diário financeiro mais influente da Europa aborda o vigor do setor privado, exemplificado pela performance da Companhia Vale do Rio Doce, a importância do setor agrícola, o crescimento no setor imobiliário, a maior maturidade dos mercados financeiros e a “transformação” da indústria cinematográfica. O “FT” enfatizou a discrepância entre o papel do setor privado no crescimento e modernização da economia brasileira em relação ao setor público, cujo tamanho e custo limitam uma performance ainda melhor. “Dois motores. Dois Brasis”, disse o diário britânico. Clique aqui e leia reportagem completa no site do “Financial Times” (texto em inglês).

20/06/2007


Redecard: maior abertura de capital do ano

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terá hoje a maior operação de abertura de capital feita desde 2004 - quando teve início o movimento de ingresso de novas companhias na Bovespa. A empresa do setor de cartões Redecard dá a largada na apresentação aos investidores e pode valer cerca de R$ 15 bilhões. Com isso, estima-se que o tamanho da oferta de ações possa ficar ao redor R$ 3,5 bilhões,
segundo reportagem do portla G1. Nenhuma oferta inicial dos últimos três anos e meio chegou a cifra semelhante. No ano passado, a elétrica Cesp vendeu R$ 3,2 bilhões em ações, mas já era uma companhia listada na bolsa. Em termos de estréia, as operações de maior porte até então haviam sido a do frigorífico JBS (Friboi), em março deste ano, no valor de R$ 1,62 bilhão; a incorporadora Brascan, em outubro de 2006, com R$ 1,188 bilhão; e a elétrica Energias do Brasil, com R$ 1,185 bilhão (2005). O número de empresas que ofertam suas ações na bolsa é cada vez mais impressionante. A reportagem de capa da última edição de Época NEGÓCIOS conta como esse choque de capitalismo está mudando a economia brasileira.

19/06/2007
Gerdau compra siderúrgica venezuelana

O grupo siderúrgico brasileiro Gerdau, que possui fábricas próprias em nove países do continente americano, anunciou nesta segunda-feira que chegou a um acordo para adquirir a totalidade das ações da venezuelana Siderúrgica Zuliana C.A. (Sizuca), terceira maior produtora de aço da Venezuela.
De acordo com o portal G1, o grupo informou em comunicado que assinou nesta segunda um contrato para adquirir a totalidade do capital social da Sizuca por US$ 92,5 milhões. A empresa venezuelana, cuja sede é em Ciudad Ojeda, a 90 quilômetros de Maracaibo, tem capacidade para produzir anualmente 300 mil toneladas de aço e 200 mil toneladas de laminados. Com a venda, a Sizuca será a primeira subsidiária venezuelana da Gerdau, a maior produtora de aços longos da América. A agência Reuters informa que este é o quarto acordo internacional da Gerdau anunciado este ano. “A aquisição faz parte da estratégia de crescimento do Grupo Gerdau nas Américas, garantindo sua presença em um país que vem apresentando importante crescimento econômico”, disse o grupo em comunicado.

19/06/2007
Juro cai e governo economiza R$ 30 bi

O governo brasileiro deixou de gastar nos últimos 21 meses cerca de R$ 30 bilhões com o pagamento de juros da dívida pública por causa da queda da taxa básica de juros da economia, a Selic.
O cálculo da economia foi feito pelo G1 e confirmado pela Secretaria do Tesouro Nacional, responsável pela administração da dívida do governo e pelo pagamento de juros aos detentores dos títulos públicos. A economia com o pagamento de juros ocorreu porque o governo tem hoje mais de R$ 450 bilhões em débitos - a maior parte em títulos públicos - atrelados à variação da taxa básica de juros. Quando o Banco Central reduz a Selic, o que vem ocorrendo desde setembro de 2005, a União tem de pagar um volume menor de recursos, sob a forma de juros, para os detentores de títulos púbicos. Os R$ 30 bilhões representam três vezes o orçamento do Ministério do Desenvolvimento Social, que cuida das ações de combate à fome, para este ano. A economia também representa o dobro da dotação orçamentária da União (excluindo gastos de empresas estatais e dos estados) para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em 2007.

Reportagem do site do jornal O Globo mostra que o Comitê de Política Monetária (Copom) deve efetuar um corte de 0,50 ponto percentual na taxa Selic na reunião do próximo mês.

19/06/2007


Lula: "Economia vive seu melhor momento"

Não é de hoje que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem exaltando o desempenho da economia brasileira. Desta vez, foi mais longe. Disse que o país “vive o seu melhor momento desde que a República foi proclamada”, há 118 anos. A declaração foi feita durante seu programa semanal “Café com o Presidente”. Lula comentou os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados na quarta-feira passada (13), que mostraram crescimento de 4,3% nas riquezas brasileiras no primeiro trimestre de 2007,
lembra o site Último Segundo. “Eu posso hoje dizer ao povo brasileiro, com muita tranqüilidade, que mesmo aqueles que são pessimistas ou mesmo aqueles que querem torcer contra o governo, porque a verdade é que tem gente que gosta que as coisas não dêem certo para eles poderem dizer que têm razão, é que o Brasil vive o seu melhor momento desde que a República foi proclamada”, afirmou. Veja a fala completa do presidente no site da Radiobras.

18/06/2007


SP e Rio caem na lista das mais caras

São Paulo e Rio de Janeiro caíram no ranking das cidades mais caras do mundo para moradores estrangeiros, segundo pesquisa mundial sobre o custo de vida realizada pela consultoria Mercer Human Resource. Segundo o instituto,
diz o portal G1, a mudança na classificação nas cidades brasileiras ocorreu devido à flutuação do euro frente ao dólar, o que tornou mais caro o custo de vida nas cidades européias, que ultrapassaram as do Brasil. São Paulo, que ocupava o 34º lugar, este ano despencou para o 62º, enquanto o Rio escorregou da 40ª posição para a 64ª. As duas cidades, no entanto, continuam classificadas como as mais caras da América Latina. A pesquisa engloba 143 cidades dos seis continentes e compara o custo de mais de 200 itens em cada localidade, como acomodação, transporte, alimentação, vestuário, bens domésticos duráveis e entretenimento. O estudo toma a cidade mais cara dos Estados Unidos, Nova York, como referência. Veja o ranking completo e outros dados da pesquisa no site da consultoria (texto em inglês).

18/06/2007
Europa quer aviões menos poluentes

A União Européia quer que sua frota de aviões seja mais silenciosa e cause menos danos ao meio ambiente,
segundo reportagem do The New York Times (leia texto em inglês). Preocupada com sinais de defasagem no desenvolvimento de aviões, a EU está planejando uma parceria público-privada de 1,6 bilhão de euros para ajudar o setor de aviação a produzir essa nova geração de aeronaves. Fontes européias afirmam que o projeto, conhecido como “Clean Sky” (céu limpo), cujo custo equivale a cerca de R$ 4 bilhões, resultará em expressivos benefícios econômicos e compensará o impacto do enorme crescimento no tráfego aéreo, cortando as emissões de carbono dos aviões em 20% a 40% nas próximas décadas - uma redução de dois a três bilhões de toneladas entre 2015 e 2050. As emissões de óxido de nitrogênio poderiam ser reduzidas em 40% a 60% e o ruído transmitido pelos aviões poderia ser reduzido à metade. O portal de notícias G1 traz a notícia traduzida para o português.

A preocupação com o futuro do planeta está cada vez mais presente nos países europeus. Recentemente, o governo espanhol determinou a obrigatoriedade do uso de uma proporção, ainda que pequena, de combustíveis de origem vegetal em todos os combustíveis para transportes. A prática começa a valer a partir de 2009 no país, devido a uma nova lei energética aprovada pelo Parlamento. A reportagem é do jornal El Mundo (leia texto em espanhol).

18/06/2007


GM usará Brasil para atacar Toyota

A norte-americana General Motors está seguindo os passos da japonesa Toyota, que acaba de desbancá-la como maior fabricante de carros do mundo. Para recuperar a liderança, a montadora americana atacará a concorrente japonesa onde ela é mais frágil: os mercados emergentes.
Segundo o portal de notícias do G1, a filial brasileira tem um papel importante nesse plano e recebeu a missão de desenvolver picapes médias para todos os continentes. Também vai trabalhar em conjunto com a filial da Ásia e Pacífico para criar um carro de baixo custo. Na nova estratégia da GM, o método de trabalho de todas as fábricas espalhadas por 36 países está sendo padronizado, uma lição aprendida com a Toyota. Veja reportagem de Época NEGÓCIOS sobre como a japonesa, ancorada numa busca incessante pela inovação, conseguiu superar suas principais concorrentes.

15/06/2007


Parceiro da Coca compra a RC Cola

A Norsa, produtora e distribuidora dos produtos Coca-Cola na Bahia, no Ceará, no Piauí e no Rio Grande do Norte, anunciou nesta quinta-fera a compra da fábrica da RC Cola no Brasil, localizada em Macaíba, região metropolitana de Natal (RN). Segundo comunicado divulgado pela Norsa,
diz o portal G1, a unidade de Macaíba vai fornecer produtos em embalagens PETs de Coca-Cola, Kuat, Sprite, Fanta Laranja e Fanta Uva para os centros de distribuição do Rio Grande do Norte, em Natal e Mossoró. A empresa não divulgou o valor do negócio. Conforme a empresa, ainda este ano deve começar uma ampliação da estrutura da fábrica, para que o envasamento em embalagens em vidro retornável também aconteça na nova unidade. A expectativa é dobrar o número de funcionários na área fabril em Macaíba, que hoje é de aproximadamente 70 pessoas. Na quinta-feira, o site Cidade Biz informou que um estudo feito pela Delloitte desaconselhou a Norsa a assumir a unidade industrial no município de Macaíba (RN). O problema maior é o risco de a engarrafadora ter de assumir as dívidas da RC Cola.

15/06/2007