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Venda de música digital cresceu 185% em 2007

As vendas de música digital tiveram um forte crescimento no Brasil em 2007,
publicou o G1. As vendas pela internet e por celulares subiram 185% no País no ano passado. Segundo a Agência Estado, a participação da música digital nas receitas totais da indústria passaram de 2% para 8%. No mundo, as vendas de música digital cresceram 40% no ano passado, chegando a US$ 2,9 bilhões. Elas passaram a representar 15% das receitas totais da indústria fonográfica mundial. Em 2006, eram 11% do total e, em 2003, praticamente não existiam.

25/01/2008
Bird e Bill Gates defendem Rodada de Doha

O presidente do Banco Mundial (Bird), Robert Zoellick, e o magnata Bill Gates defenderam nesta sexta-feira (25/1) a conclusão em breve da Rodada de Doha de liberalização do comércio mundial, que tiraria da pobreza milhões de agricultores pobres,
diz o New York Times (leia texto em inglês). Segundo o G1, Gates, fundador da Microsoft e filantropo, anunciou, ao mesmo tempo, a contribuição de US$ 306 milhões para melhorar a produção agrícola e abrir novos mercados aos agricultores africanos e asiáticos.

25/01/2008
Carlsberg e Heineken compram S&N por US$ 15,4 bilhões

Os conselhos das cervejarias Carlsberg e a Heineken entraram em acordo nesta sexta-feira (25/1) com a Scottish & Newcastle (S&N), a maior cervejaria britânica, sobre os termos da oferta de compra recomendada,
publicou o Financial Times (leia texto em inglês). A proposta, segundo o G1, avalia o capital total da S&N em aproximadamente 7,6 bilhões de libras esterlinas. Considerando as ações que ainda serão emitidas, esse valor chega a 7,8 bilhões de libras (US$ 15,4 bilhões). De acordo com a Agência Estado, com a conclusão da oferta, as ações da S&N na BBH, bem como suas operações na França, Grécia, China e Vietnã serão transferidas para a Carlsberg. Além disso, a S&N e a Carlsberg concordaram em divulgar projeções sobre a BBH para 2008 a 2010.A Heineken, por sua vez, fica com os negócios remanescentes do grupo: as operações do Reino Unido e Irlanda, Portugal, Finlândia, Bélgica, EUA e Índia, afirmam as cervejarias em comunicado. As informações são da Dow Jones.


25/01/2008
EUA define pacote econômico

A Casa Branca e o Congresso dos Estados Unidos chegaram nesta quinta-feira a um acordo preliminar sobre o pacote de alívio fiscal. A medida tem como objetivo estimular a economia norte-americana, para evitar uma recessão no país,
diz o The New York Times. O acordo incluirá restituições entre US$ 300 e US$ 1.200 e cortes de impostos.

O plano, que teve suas linhas gerais anunciadas na semana passada por George W. Bush, é esperado com ansiedade pelos mercados mundiais, que enfrentam fortes oscilações nas últimas semanas pelo temor de crise na maior economia do planeta. Por aqui, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) reage bem: valoriza mais de 5%, enquanto a taxa de câmbio segue abaixo de R$ 1,80, segundo a Folha Online.

24/01/2008
Levantamento identifica quais são as preocupações de executivos

As três principais preocupações de 867 executivos C-level (CEOs, CFO, etc.), consultados pela
consultoria Accenture, são: competição, preocupações com a economia e a retenção dos melhores talentos. O levantamento, realizado nos Estados Unidos, Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Espanha, China e Japão, verificou ainda que o alcance das companhias em escala global aumentou, graças ao incremento no número de escritórios, clientes e fornecedores. Divulgado no Fórum Mundial de Davos, o levantamento revela que fluxo de negócios deve se expandir globalmente e ultrapassar os índices do ano passado. Clique aqui (leia texto em inglês)para ler mais sobre o estudo.

24/01/2008
Bovespa acompanha melhora de humor no exterior e sobe mais de 2%

Depois de mais um dia de queda acentuada, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) começou a quinta-feira (24/1) fazendo um pregão de recuperação,
publicou o G1. Apenas oito minutos após o início dos negócios, o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 2,52%, para 55.599 pontos. De acordo com o Globo Online, a melhora de humor está alinhada com as bolsas na Ásia, Europa e os índices futuros nos Estados Unidos, que também sugerem para um novo dia de valorização.

24/01/2008
Fraude de funcionário causa prejuízo de US$ 7 bi a banco francês

O banco francês Société Générale informou nesta quinta-feira (24/1) ter descoberto uma fraude interna gigantesca, cometida por um funcionário do banco de investimentos do grupo, que causou prejuízo de 4,9 bilhões de euros (cerca de US$ 7 bilhões ou R$ 12,9 bilhões),
publicou o Le Monde (leia texto em francês) . O banco, segundo o New York Times (leia texto em inglês), também anunciou em um comunicado ter perdido outros 2 bilhões de euros (US$2,9 bilhões ou R$ 5,2 bilhões) em razão da crise dos créditos imobiliários de alto risco nos Estados Unidos, os subprimes. De acordo com o G1, a negociação das ações do banco, o terceiro maior da França, foi suspensa na Bolsa de Paris.


O presidente da Société Générale, Daniel
Bouton, tenta tranqüilizar clientes e investidores

24/01/2008
Desemprego termina 2007 com a menor taxa da série histórica do IBGE

A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil em 2007 foi de 9,3%, informou nesta quinta-feira (24/01) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
De acordo com a Folha Online, trata-se da menor série desde março de 2002, quando a pesquisa foi iniciada em Salvador, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. Segundo o G1, em dezembro, a taxa de desemprego desacelerou em relação ao mês anterior, ficando em 7,4%. O resultado de dezembro também é o menor para o mês desde 2002, quando a série da pesquisa do IBGE foi inciada.

24/01/2008
Resultados dos bancos derrubam bolsas e novos balanços ditam o rumo dos próximos dias

A expectativa dos analistas de mercado de que os próximos meses serão marcados pela volatilidade nas bolsas de valores foi confirmada pelos pregões desta quarta-feira (23/01). A injeção de ânimo dada na terça-feira (22/01) pelo corte surpresa na taxa de juros norte-americana não foi suficiente para segurar os índices das principais bolsas. “Embora a medida do Fed tenha ajudado a acalmar os ânimos, ela não tinha a pretensão nem a capacidade de acabar com o problema”, afirma Raffi Dokuzian, superintendente da Banif Corretora.

As altas e baixas devem ser ditadas principalmente pela divulgação de balanços. Segundo o vice-presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) Luiz Fernando Resende, os resultados de bancos e seguradoras irão influenciar bastante a direção do preço das ações. E ele espera por mais notícias ruins. “Todas as instituições financeiras vão levar para casa o seu pedacinho da crise do subprime”, diz Resende. Na Europa, a expectativa de novos prejuízos no setor bancário puxou as bolsas para baixo.

No Brasil, a Bovespa repetiu o movimento da segunda feira e fechou em baixa de 3,32%, mas chegou a cair mais de 5% ao longo do dia. Nos EUA, a divulgação de novos balanços ajudou a derrubar as bolsas durante a maior parte do dia. Os temores de uma aparente recessão nos Estados Unidos foram alimentados pelos maus resultados de empresas não-financeiras. A Motorola anunciou que o lucro do quarto trimestre de 2007 foi 84% menor do que em 2006 e suas ações chegaram a despencar 23%. O lucro do quarto trimestre da Pfizer, maior farmacêutica do mundo, caiu 70% em relação ao ano anterior. Apesar das más notícias, o principal índice norte-americano, o S&P500, encerrou no azul, com alta de 1,42%.

Para Daniel Gorayeb, analista de investimentos da Spinelli Corretora, os balanços ditarão o ritmo nos próximos dias. “À medida que os números saírem, os investidores terão uma idéia melhor de onde estão pisando, ajudando os mercados a se ajustarem.”
Acompanhe o calendário de divulgações dos balanços das companhias norte-americanas e as expectativas de analistas em relação aos resultados no site
Earnings Whispers (em inglês).

Camila Hessel, da redação de Época Negócios

23/01/2008
Bovespa fecha em queda de 3,32% em novo dia de perdas

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou mais um dia de perdas nesta quarta-feira (23/1) e fechou em baixa de 3,32%, aos 54.234 pontos,
publicou o G1. Durante o dia, o principal indicador da bolsa paulista, o Ibovespa, chegou a cair 5,46%. Segundo o Globo Online, o dólar fechou em alta de 1,78%, vendido a R$ 1,825. A semana tem sido de fortes oscilações na bolsa paulista: na segunda-feira o Ibovespa caiu 6,6%; na terça-feira subiu 4,45% depois que o Fed reduziu o juro básico dos EUA em 0,75 ponto percentual.

23/01/2008
Perdas de bancos puxam queda nas bolsas européias

As bolsas européias intensificavam suas perdas nesta quarta-feira (23/1),
diz o G1. Elas foram derrubadas por bancos, afetados pelas preocupações de novas baixas contábeis, e pela queda no preço do petróleo, que prejudicava ações de empresas do setor de energia. De acordo com a Folha Online, o índice FTSEurofirst 300, composto pelas principais companhias européias, caía 1,87%, para 1.279 pontos. Pouco antes, o indicador estava na mínima da sessão, com desvalorização de 2,5%. A petrolífera BP perdia 3,04% e a Royal Dutch Shell recuava 3,32%.

23/01/2008
Petrobras se torna 6ª maior petroleira do mundo

A Petrobras subiu de 11º para 6º lugar no ranking PFC Energy 50, das maiores empresas de petróleo do mundo,
segundo o Financial Times (leia texto em inglês). O ranking anual PFC, que deve ser publicado nesta quarta-feira (23/01) segundo a BBC, reforça a percepção de que as companhias internacionais de petróleo estão perdendo acesso aos recursos globais e seus futuros não são tão definidos como o das concorrentes estatais. A empresa com melhores resultados no ano passado foi a Petro-China, cujo valor aumentou 181%, ultrapassando a ExxonMobil e se tornando a maior empresa de energia segundo os mercados.

23/01/2008
Incerteza e medo devem marcar reunião de Davos

O Fórum Econômico Mundial inicia nesta quarta-feira (23/01) seu encontro anual em clima de apreensão e de dúvida sobre o rumo da economia mundial nos próximos meses,
publicou o G1. O clima de pessimismo provocado pelas turbulências enfrentadas pela economia americana, que ameaçam contaminar o restante do mundo, deve dar o tom nos cinco dias de discussões na estação de esqui suíça. De acordo com o site CNN (leia texto em inglês), em um estudo divulgado pelo Fórum Econômico Mundial há duas semanas e que deve servir de base para os debates em Davos, especialistas dizem que o mundo enfrenta o maior nível de incertezas sobre o futuro, no médio e curto prazo, em uma década. O próprio programa do evento neste ano, segundo o New York Times (leia texto em inglês), retrata essa preocupação com os rumos da economia global, com várias sessões dedicadas a discutir temas relacionados à crise nos Estados Unidos e suas conseqüências para o resto do mundo.


23/01/2008
Corte nos juros acalma bolsas internacionais, mas não segura S&P 500

A terça-feira (22/01) prometia grande volatilidade para as bolsas no mundo todo, mas nem os profissionais de mercado mais experientes previam um dia tão surpreendente. “Foi como comprar um circo e descobrir que o anão cresceu”, diz Raffi Dokuzian, superintendente da Banif Corretora, referindo-se aos efeitos do inesperado corte na taxa de juros norte-americana —o maior desde 1984, de 0,75 ponto percentual.

O anúncio, realizado uma semana antes da reunião agendada para a revisão da taxa de juros, ajudou a inverter a tendência de queda nos mercados de ações da Europa e de todo o continente americano, com exceção apenas dos EUA e da Venezuela. “Foi uma injeção de otimismo que, ao mesmo tempo, colocou em teste os fundamentos econômicos de todos os países” afirma Dokuzian. Os principais índices das bolsas americanas fecharam em baixa, liderados pela Nasdaq (-2,04%) e pelo S&P 500 (-1,11%). Para os analistas, o desempenho norte-americano foi influenciado principalmente pelas perdas registradas pelos grandes bancos. Por aqui, a Bovespa encerrou com alta de 3,48%, contra queda de 6,6% no dia anterior. O superintendente da Banif Corretora diz que a resposta da bolsa brasileira reflete, por um lado, o preparo do País para enfrentar a crise e, por outro, o impulso gerado pelas ações da Petrobras, que subiram com a notícia da descoberta do Campo de Júpiter.

Os grandes estragos da terça-feira (22/01) ficaram reservados para o continente asiático. Pelo segundo dia consecutivo, as bolsas -que encerraram seus pregões antes do anúncio do Fed- caíram vertiginosamente, quebrando recordes históricos. Hong Kong viveu seus piores dois dias desde a crise asiática de 1997 e fechou em queda de 8,65%. No Japão as perdas foram as maiores das últimas duas décadas, chegando a 5,91%. Na Austrália, o principal índice despencou 7,26%, fechando no menor patamar desde a sua criação, em 2000. A maior bolsa da Índia, Mumbai Stock Exchange, teve seu pregão interrompido logo na primeira hora de negociação, depois de cair mais de 11%, e fechou o dia com perdas acumuladas de 4,97%.

Confira no
Blog do Wall Street Journal (leia texto em inglês) uma coletânea dos comentários emitidos ao longo do dia por gestores de carteiras de renda variável. Veja também o mapa do sobe-e-desce nas bolsas mundiais.

Camila Hessel, da redação de Época Negócios

22/01/2008
Bovespa sobe, mas ritmo de IPOs deve esfriar ainda mais

A bolsa brasileira reage bem ao corte de emergência na taxa de juros norte-americana, anunciado pelo Federal Reserve nesta terça-feira (22/01). Pouco depois das 16:30, o Ibovespa registrava alta de 4%. Ações importantes, como a da Petrobras, recuperaram as fortes perdas do pregão de ontem, com alta acumulada de 10,7%. Mas, segundo Daniel Gorayeb, economista e analista de investimentos da Spinelli Corretora, a perspectiva para o curto prazo é de volatilidade — e, por isso, de uma redução no número de ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês). “Os investidores estarão ainda mais seletivos do que esperávamos no início do ano e isso deve encurtar a lista de estréias em 2008”, diz Gorayeb.

O movimento dos mercados internacionais já havia levado algumas empresas a adiar seus IPOs, suspendendo o processo em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por 60 dias úteis. A medida, prevista na regulamentação, foi amplamente adotada em outros períodos de turbulência, especialmente durante a crise de liquidez internacional ocorrida em meados de 2006. Até segunda-feira (21/01), 11 das 28 empresas que aguardavam aprovação da CVM para ingressar na Bovespa pediram a suspensão do processo. Droga Raia, Marítima Seguros e Ideiasnet - que já é listada na bolsa e planejava uma nova oferta de ações - fazem parte da lista. Na opinião de Gorayeb, esse número deve crescer. “Como não há perspectiva de uma retomada rápida, é natural que as empresas prefiram esperar”, diz o analista de investimentos da Spinelli.

De acordo com o jornal britânico
Financial Times, a queda nas bolsas internacionais deve ajudar a esfriar a demanda por ofertas de ações nas bolsas de países emergentes, mas ainda é difícil prever em que dimensão.

Camila Hessel, da redação de Época Negócios

22/01/2008
Vale propõe pagar US$ 2,5 bilhões aos acionistas em 2008

A Diretoria Executiva da Vale do Rio Doce aprovou a proposta para pagamento de remuneração mínima aos acionistas no total de US$ 2,5 bilhões em 2008,
publicou o G1. O montante correspondente a US$ 0,517342250 por ação em circulação, ordinária ou preferencial, a ser desembolsado em duas parcelas, nos dias 30 de abril e 31 de outubro. De acordo com o Globo Online, o Conselho de Administração da mineradora avaliará a proposta referente a cada parcela nas reuniões marcadas para os dias 10 de abril e 16 de outubro deste ano, informou a empresa em nota divulgada nesta terça-feira (22/01).

22/01/2008
Corte surpresa dos juros nos EUA derruba dólar no Brasil

O dólar reagiu imediatamente ao corte surpresa dos juros nos Estados Unidos, deixando de operar em leve alta para exibir queda de 0,82%, a R$ 1,815 para venda, no final da manhã desta terça-feira (22/01),
publicou o G1. O Federal Reserve, segundo a Reuters, reduziu os juros norte-americanos em 0,75 ponto percentual, para 3,5%, e a taxa de redesconto em 0,75 ponto percentual, para 4%.

22/01/2008
Microsoft se reforça com a compra da Calista

A gigante Microsoft se reforçou no setor de tecnologia de virtualização, crucial para as redes das empresas, com a compra da empresa Calista, com a qual pretende brigar com a líder do mercado, Vmware,
diz o New York Times (leia texto em inglês). A Microsoft anunciou a compra da Calista sem divulgar o valor, assim como um acordo de colaboração com a Citrix, outra empresa do setor, publicou o G1. A tecnologia de virtualização permite criar imagens virtuais de computadores físicos, o que multiplica o uso dos mesmos.


22/01/2008
Brasil pode torna-se exportador de gás, diz Bear Stearns

A descoberta de uma grande jazida de gás natural e condensado na camada pré-sal da Bacia de Santos anunciada pela Petrobras pode transformar o Brasil em exportador de gás,
publicou o G1. A informação é do banco de investimento norte-americano Bear Stearns em relatório. Segundo a Agência Estado, o banco afirma que o Brasil importa cerca de 50% do gás que consome da Bolívia. A instituição, de acordo com o Último Segundo, afirma ainda que a Petrobras "mal está" no negócio de gás natural liquefeito (GNL), tendo apenas assinado poucos contratos para iniciar importações ou regaseificação da compra de gás na Bacia Atlântica para prover uma reserva durante picos de demanda.

22/01/2008
Bolsas asiáticas encerram pregão em forte queda em mais um dia de crise

O mercado asiático voltou a registrar fortes perdas nesta terça-feira (22/01), graças ao temor de recessão na economia dos Estados Unidos, que foi ampliado com a decepção provocada pelo plano de estímulo anunciado pelo presidente americano, George W. Bush,
publicou o G1. Em Tóquio, segunda principal bolsa do planeta, o índice Nikkei encerrou o dia com um retrocesso de 5,65%, uma perda de 752,89 pontos, a 12.573,05 unidades. Segundo a Folha Online, este é o menor nível do índice nipônico, que registrara queda de 5,70% na segunda-feira (21), desde 8 de setembro de 2005. De acordo com a Reuters, em Xangai, a queda foi de 7,22%. O índice composto, que inclui valores do tipo A e B, perdeu 354,68 pontos, a 4.559,75 unidades. Durante a sessão, a cotação do Bank of China foi suspensa.

22/01/2008
Bovespa fecha em baixa de 6,6%, maior queda desde fevereiro de 2007

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve nesta segunda-feira (21/01) a maior queda percentual diária desde o final de fevereiro de 2007,
publicou o G1. O Ibovespa fechou o pregão com queda de 6,60%, aos 53.709 pontos. De acordo com o Globo Online, no dia, foram negociados R$ 6,1 bilhões. No pior momento do dia, o Ibovespa recuou 6,99%. O dólar fechou em alta de 2,26%, vendido a R$ 1,83.Com o resultado de hoje, a queda acumulada no ano é de quase 16%. O principal índice da Bolsa caiu de 63.886 pontos no final do ano passado para 53.709 pontos nesta segunda

21/01/2008
Brasil pode castigar farinha argentina, diz 'La Nación'

O Brasil poderá impor novas taxas sobre a importação de farinha argentina, se ela alcançar uma penetração de 10% a 15% do mercado,
segundo o jornal argentino La Nación. As exportações de farinha argentina para o gigante sul-americano duplicaram em um ano: passaram de 300 mil toneladas em 2006 a 600 mil toneladas no ano passado, segundo o G1. As taxas de exportação na Argentina são muito mais altas para o trigo (28%) do que para a farinha (10%), e que por conta disso a farinha acaba chegando ao Brasil a um preço mais barato do que o trigo.

21/01/2008
Vale estuda oferta de US$ 90 bilhões por mineradora anglo-suíça

A Vale está se preparando para tentar a fazer a maior aquisição de sua história. A mineradora,
diz o G1, estuda apresentar uma proposta pela anglo-suíça Xstrata, sexta maior mineradora do mundo. A proposta seria de cerca de US$ 90 bilhões, mas ainda está cercada de dúvidas. De acordo com a versão online de A Tarde, a empresa estaria terminando de formar um consórcio de bancos para financiar a compra. Segundo a Agência Estado, estariam envolvidos Merrill Lynch, Lehman Brothers, HSBC, Credit Suisse, Citigroup e Santander, entre outros.

21/01/2008


Docas Investimentos confirma compra da Intelig

A Docas Investimentos, do empresário brasileiro Nelson Tanure, confirmou nesta segunda-feira (21/01) a compra da operadora de telefonia de longa distância Intelig,
publicou a Agencia Estado. O acordo, segundo o G1, foi fechado com o consórcio das três empresas detentoras da operadora após a privatização do sistema de telecomunicações no Brasil (Telebrás): National Grid, Sprint Nextel e France Telecom. O valor da transação não foi informado. O negócio está sujeito à aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

21/01/2008
Rússia vai fazer auditoria em 40 frigoríficos do Brasil

Os governos do Brasil e da Rússia assinaram nesta sexta-feira (18/01) o acordo de regras sanitárias para a certificação e a produção de carnes exportadas para aquele país,
publicou o G1. Na próxima semana, uma missão de oito agentes de inspeção russos virá ao Brasil e fará auditoria em mais 40 unidades frigoríficas para reabilitá-las à exportação. De acordo com o Último Segundo, as unidades ficam na região dos 11 Estados (Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia e Sergipe) e no Distrito Federal que ficou embargada pelo governo russo entre 2005 e dezembro de 2007, após o surgimento de casos de febre aftosa no Mato Grosso do Sul e no Paraná.

18/01/2008
Redução de CO2 na Alemanha ameaçaria 1 milhão de empregos

A indústria alemã calcula em um milhão o número de empregos ameaçados pelos projetos da Comissão Européia e do governo federal para reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) na luta contra o aquecimento climático,
diz o G1. De acordo com o Último Segundo, se o governo alemão colocar em prática seu objetivo de reduzir 40% antes de 2020 as emissões de CO2, cerca de um milhão de empregos se verão ameaçados. Setores como a química e o aço, em particular, terão dificuldades.

18/01/2008
Brasil está preparado para evitar desaceleração mundial, diz 'Economist'

A revista britânica The Economist pública em sua mais recente edição um artigo em que diz que o Brasil está numa situação mais tranqüila para enfrentar um desaquecimento da economia mundial, desencadeado por uma possível recessão nos Estados Unidos,
diz a BBC. No entanto, adverte que o país está longe de estar imune ao que acontece no mundo e parece estar se encaminhando para uma fase menos benigna em termos econômicos. De acordo com o Estadão, o artigo diz que há pelo menos três fatores que favorecem o país num cenário de desaquecimento mundial. Segundo a Folha Online, o Brasil tem uma demanda de consumo doméstica forte, está mais integrado com os mercados mundiais, e depende menos do comércio com os Estados Unidos, e tem, além de uma taxa de câmbio flutuante, um Banco Central que age de forma independente e transparente, publicando atas de suas reuniões com agilidade em seu site na internet.

18/01/2008
Bush apresenta nesta sexta-feira medidas para estimular economia dos EUA

O presidente americano George W. Bush deve propor nesta sexta-feira (18/01) restituições de impostos a contribuintes e incentivos fiscais a empresas,
publicou o G1. Ele não deve dar muitos detalhes do plano para estimular a economia dos Estados Unidos e sim apresentar as diretrizes da proposta. Segundo a Reuters, a iniciativa visa restaurar a confiança dos investidores e dos consumidores. O pacote deve incluir mais de US$ 100 bilhões em estímulos fiscais, segundo o New York Times (leia texto em inglês). De acordo com a Agência Estado, Bush falará de suas disposições, mas não se deve esperar números em um pacote que possivelmente precisará da aprovação do Congresso, controlado pelos democratas.

18/01/2008


Empresa de Eike Batista fecha negócio de US$ 5,5 bilhões

A MMX Mineração e Metálicos, do empresário Eike Batista, está em negociação com a mineradora multinacional Anglo American, que passará a deter ativos da companhia,
publicou o G1. O valor da operação, que envolve a criação de uma nova empresa e a reestruturação da MMX, segundo a Reuters, é de US$ 5,5 bilhões. De acordo com o Globo Online, Eike Batista e a Anglo American iniciaram negociações relativas à aquisição das ações de propriedade de Batista pela Anglo American e da criação de uma nova sociedade (Newco) a ser constituída a partir de uma cisão de determinados ativos e passivos da MMX.

17/01/2008
Merrill Lynch teve prejuízo de US$ 8,6 bi em 2007

O banco americano Merrill Lynch registrou um prejuízo líquido de US$ 9,83 bilhões no quarto trimestre de 2007, contra lucro de US$ 2,34 bilhões apurado em igual período do ano anterior,
publicou o New York Times (leia texto em inglês). Em todo o ano de 2007, o prejuízo líquido do banco foi de US$ 8,6 bilhões. Nos últimos três meses de 2007, segundo o G1, a receita líquida do banco foi negativa em US$ 8,2 bilhões, de US$ 8,4 bilhões positivos do mesmo intervalo do ano anterior. Em média, os analistas consultados pela Thomson Financial estimavam um prejuízo de US$ 4,57 por ação e receita líquida de US$ 710 milhões para o trimestre. A receita líquida do grupo caiu 67% em 2007, de US$ 33,8 bilhões para US$ 11,3 bilhões.

17/01/2008
Celulares têm o maior crescimento da história em 2007

O Brasil ultrapassou no ano passado a marca de 120 milhões de linhas de telefonia celular, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel),
publicou o G1. Durante o ano foram habilitados 21 milhões de novos terminais, somando 120.980.103 celulares registrados no País. De acordo com a Agência Estado, em termos porcentuais, o total de celulares cresceu 21,08% em relação a 2006. Esses números fazem de 2007 o ano de maior sucesso da telefonia móvel no Brasil desde a instalação do serviço, em 1990.

17/01/2008
Grupo Votorantim compra terminal em porto na Bélgica

O Grupo Votorantim anunciou nesta quinta-feira (17/01) a compra de um terminal marítimo e três armazéns no Porto de Antuérpia, na Bélgica,
diz o G1. Com isso, passa a ter um centro de distribuição na Europa. Segundo a Agência Estado, trata-se de uma iniciativa inédita e ainda rara entre as empresas brasileiras. A aquisição faz parte do ambicioso projeto de expansão da companhia de investir R$ 25,7 bilhões nos próximos cinco anos. Parte desse plano está ligado ao crescimento da operação internacional do grupo. E, de acordo com o Globo Online, a Europa, nesse contexto, aparece como um destino estratégico.


17/01/2008
Credit Suisse vai expandir sua rede bancária pelo mundo

O grupo Credit Suisse anunciou nesta quinta-feira (17/01) que pretende expandir seu negócio bancário pelo mundo,
publicou o New York Times (leia texto em inglês). Na contramão das demissões vistas em outras áreas do setor financeiro atingidas pela crise de crédito, o banco afirmou, segundo a Reuters, que sua divisão está bem posicionada para se sobressair nas atuais condições do mercado. A idéia é criar mil novas unidades bancárias para atender clientes até 2010, elevando o total para 4,1 mil unidades.

17/01/2008
Inflação dos EUA chega a 4,1%, maior nível em 17 anos

A inflação alcançou em 2007 seu maior nível nos últimos 17 anos nos Estados Unidos, com uma alta de 4,1%, impulsionada pelo forte aumento dos preços da energia e dos alimentos,
publicou o G1. A informação foi repassada nesta quarta-feira (16/01) pelo Departamento do Trabalho do país. De acordo com o Último Segundo, é a maior cifra que se registra desde 1990. Em 2006, a inflação foi de apenas 2,5%. Sem os alimentos e a energia, o índice de base aumentou 2,4% em 2007, contra 2,6% no ano anterior.

16/01/2008
Baosteel negocia com Vale e diz que não falaram de preços

A chinesa Baosteel ainda está em negociações com fornecedores de minério de ferro, mas os dois lados não deram início às discussões sobre os preços para o ano fiscal que começa em 1º de abril,
publicou o Globo Online. A notícia da imprensa australiana, segundo a qual o maior fabricante de aço da China suspendeu as negociações anuais de preços com importantes fornecedores de minério de ferro, como BHP Billiton Ltd, Rio Tinto e Vale, foi negada pela empresa. De acordo com a Reuters, traders chineses sugeriram que o lado chinês está adiando o máximo possível qualquer discussão sobre preço, na esperança de que uma economia global em queda após a crise do setor de hipotecas de risco nos Estados Unidos possa impulsionar sua posição nas negociações.

16/01/2008
SDE recomenda à AmBev venda da marca Cintra

Antes de concluir a compra dos ativos da Cintra, a AmBev terá de vender a um potencial concorrente todas as marcas e a rede de distribuição da empresa,
publicou o G1. Essa é a recomendação que a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça e a Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae) levaram ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). De acordo com o Último Segundo, a AmBev estava com 68,6% do mercado de cervejas. A Schincariol ficou com 11,4%, seguida pela Petrópolis (8,5%) e pela Femsa (7,7%).


16/01/2008
Lenovo e Chery estão entre as marcas chinesas mais conhecidas

As marcas chinesas Lenovo (computadores), Chery (automóveis), Tsingtao (cerveja), Haier (eletrodomésticos) e Huawei (tecnologia) são as "mais fortes e reconhecidas" fora do país e com mais possibilidade de sucesso no mercado global, segundo estudo da consultoria internacional Interbrand,
publicou a Folha Online. A pesquisa foi feita junto a analistas de marketing e diretores de empresas de outros países sobre as possibilidades de as principais marcas chinesas entrarem no mercado mundial. De acordo com o Último Segundo, um dos desafios das empresas chinesas a curto prazo será superar seus problemas de imagem e reputação. Poucos entrevistados identificaram as marcas como seguras, prestigiosas ou luxuosas.

16/01/2008
Apple anuncia notebook ultrafino e novas funções do iPhone

A Apple revelou nesta terça-feira (15/01), em sua feira MacWorld, o que diz ser "o notebook mais fino do mundo",
publicou o New York Times (leia texto em inglês). Trata-se do MacBook Air. Segundo a Forbes (leia texto em inglês), Jobs também anunciou um serviço de aluguel para filmes pelo iTunes e turbinou produtos da Apple que já estão no mercado, incluindo novos serviços para iPhone, iPod Touch e a Apple TV. De acordo com a Folha Online, o notebook pesa 1,36kg e tem 0,76 polegadas (1,9 cm) de espessura na parte mais grossa e 0,16 polegadas (0,4 cm) na mais fina. O novo notebook vem com processador Core 2 Duo (1.6GHz ou 1.8GHz), HD de até 80 GBytes e 2 GBytes de memória RAM. Sua bateria tem média de 5 horas de vida. O preço: US$ 1.799.


Steve Jobs fez questão de tirar o novo modelo de dentro de um envelope ofício para reforçar suas proporções

15/01/2008
Greenspan aposta em recessão para economia dos EUA

Os Estados Unidos provavelmente já estão ou entrarão em recessão, afirmou Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA),
publicou o Financial Times (leia texto em inglês). As apostas não são "esmagadoras, mas vão marginalmente para esta direção" de recessão, disse Greenspan ao Wall Street Journal (leia texto em inglês). Ele citou especificamente a queda no índice de gerentes de compras do Institute for Supply Management (ISM) para 47,7 em dezembro, depois de o indicador ter passado meses apenas acima de 50, na linha divisória entre expansão e contração da atividade manufatureira. De acordo com o G1, outro sinal, segundo o ex-presidente do Fed, foi o salto da taxa de desemprego para 5% em dezembro, ante os 4,7% em novembro.

15/01/2008


Citigroup tem prejuízo de US$ 9,83 bi no 4º trimestre

O banco norte-americano Citigroup anunciou prejuízo líquido de US$ 9,83 bilhões no quarto trimestre de 2007,
publicou o Wall Street Journal (leia texto em inglês). Em igual período de 2006, a instituição apresentou lucro de US$ 5,13 bilhões. O resultado do trimestre inclui uma baixa contábil antes de impostos de US$ 18,1 bilhões. De acordo com o New York Times (leia texto em inglês), o banco norte-americano vem sendo afetado pelos investimentos relacionados ao segmento de hipotecas de segunda linha (subprime) nos Estados Unidos e, por isso, os resultados operacionais do setor financeiro estão no foco do mercado. Investidores e analistas pretendem, segundo o G1, apurar o quanto a crise hipotecária está afetando os negócios das empresas e como deverá impactar no ritmo da economia dos Estados Unidos.

15/01/2008
Hong Kong tem a economia mais livre do mundo

Hong Kong foi indicada como a economia mais livre do mundo pelo 14º ano consecutivo, na frente de Cingapura, em um relatório anual publicado nesta terça-feira (15/01) pelo centro de análises conservador The Heritage Foundation,
diz o Guardian (leia texto em inglês). O Chile, segundo o G1, é o país latino em melhor posição e aparece em 8º lugar na lista mundial, na frente da Suíça e do Reino Unido. A escolha de Hong Kong no primeiro lugar do ranking esbarra nas críticas de que sua economia é dominada por um punhado de monopólios e cartéis em mãos de famílias, que não apenas controlam os preços de produtos específicos, como também bloqueiam seus concorre